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Esporte

13/07
às 02:40

Chegou ao fim a agonia tricolor. Depois de sete rodadas, o Bahia voltou a vencer no Brasileirão ao bater a Ponte Preta, por 3x0, na noite desta quarta-feira (12), no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. O herói tricolor atende pelo nome de Rodrigão. Contratado para ser o goleador do time, o atacante marcou dois gols e, de quebra, ajudou o Esquadrão a vencer a primeira fora de casa. Renê Jr. completou o placar.  

Pela primeira vez no time titular, o atacante Rodrigão precisou de apenas três minutos para mostrar o faro de gol. Depois da cobrança de falta de Régis, o camisa 39 subiu mais que a defesa da Ponte e testou no canto esquerdo do goleiro Aranha para abrir o placar. 

Apesar do gol precoce, o que se viu no primeiro tempo foi um jogo aberto. Renê Jr. recebeu de Régis e chutou forte, mas Aranha fez a defesa. O primeiro lance de perigo da Ponte só aconteceu aos dez minutos. Na cobrança de falta, Jean deu rebote, mas conseguiu se recuperar e fez a defesa em dois tempos. Três minutos depois, Claudinho recebeu livre dentro da grande área, dominou no peito e mandou para fora. Os jogadores do Bahia ficaram pedindo impedimento.

A resposta tricolor foi com Régis. O meia recebeu livre, invadiu a área, mas chutou nas mãos de Aranha. A partida ficou corrida com os dois times criando boas chances. Claudinho arriscou de fora da área e o juiz marcou toque de mão de Matheus Reis. Na cobrança, Lucca obrigou Jean a fazer grande defesa e mandar para escanteio.  

Aos 22, foi de novo Lucca apareceu sozinho na área e tocou de cabeça, mas a bola desviou e foi para escanteio. Rodrigão respondeu com chute forte que passou ao lado da trave de Aranha.

Aos 37, o Bahia quase chegou ao segundo gol. Depois da saída errada da defesa da Ponte, a bola sobrou para Rodrigão que tirou do goleiro Aranha e caiu no gramado pedindo pênalti, mas o árbitro mandou seguir. Na sequência, quem tomou o susto foi a torcida tricolor. Jadson recebeu passe de Emerson Sheik e livre dentro da área mandou na trave, após defesa de Jean.

Golpe final
No segundo tempo, Jorginho tirou Zé Rafael e colocou Juninho no jogo, mas quem começou ameaçando foi a Ponte Preta. Emerson Sheik achou Yuri livre, mas Jean chegou primeiro e conseguiu salvar. No primeiro ataque tricolor, Régis tentou lançar Rodrigão na área, mas a defesa chegou primeiro e conseguiu cortar. 

O Bahia continuou pressionando. Na falha da defesa da Ponte, Mendoza recebeu livre, mas se desequilibrou na hora do chute e mandou para fora. Na sequência, festa tricolor. Rodrigão aproveitou o chutão de Lucas Fonseca, invadiu a área e driblou Aranha para fazer o segundo dele e do Bahia no jogo. A comemoração só não foi maior porque o atacante se machucou no lance do gol e teve de ser substituído por Gustavo Ferrareis.

A Ponte Preta sentiu o golpe e o Bahia por pouco não chegou ao terceiro gol no chute de Ferrareis que Aranha fez a defesa.  Mais tranquilo, o tricolor explorava as jogadas em velocidade, enquanto a Ponte tinha dificuldades para chegar ao gol de Jean. 

Aos 31, Xuxa cobrou escanteio e Kadu mandou de cabeça, mas Jean fez boa defesa. Quando a partida se encaminhava para o fina,l o Bahia chegou ao terceiro gol. No contra-ataque de pé em pé, Juninho achou Renê Jr. livre que fez valer a 'lei do ex', marcou o gol e deu números finais ao duelo. 

Por Correio
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13/07
às 02:38

 Não foi um balde, mas uma chuva de água gelada. E de gols. Esse foi o sentimento do torcedor do Vitória nesta quarta-feira (12). No Barradão, o Vitória decepcionou mais uma vez. Com direito a gol contra e um futebol de baixa qualidade técnica, o rubro-negro foi goleado pelo Vasco, por 4x1, e se afundou ainda mais na tabela. AGora, o time de Alexandre Gallo é o 18º.

O cenário era todo favorável ao Leão. Invencibilidade de 26 anos contra o alvinegro no Barradão, adversário remendado, com oito desfalques, dentre eles o artilheiro Luís Fabiano e o meia Nenê.

Nada disso adiantou. Futebol não tem lógica, nem amarras com o passado. Desde o apito inicial, o Vasco começou a pressionar. Um dos destaques era o meia Escudero, que conhece bem os caminhos do campo rubro-negro, já que jogou no clube de 2013 a 2015.

Aos 13 minutos, teve ‘lei do ex’. Com uma grande ajuda de um atual, é  verdade. Após cobrança de escanteio de Wagner, a bola atravessou toda a área e sobra limpa para Escudero. O meia chutou cruzado e, no  meio do caminho, Kanu tentou afastar e, de forma desastrosa, transformou o chute do argentino em assistência e mandou a bola no fundo do gol de Fernando Miguel.

Irritada, a torcida do Vitória não demorou a vaiar. Com razão, já que o Leão é o pior mandante da Série A e tem apenas um triunfo em sete jogos disputados em seus domínios.

O gol, entretanto, não abateu o rubro-negro. O time partiu para cima do cruzmaltino, dominou o resto do primeiro tempo e, por pouco não marcou. André Lima, que perdeu um gol incrível, Carlos Eduardo e Renê Santos chegaram muito perto. 

No segundo tempo, o Leão voltou a dominar, mas esbarrou no próprio futebol mal jogado e voltou a perder oportunidades. Aos 25, veio o alívio. 

Após escanteio, Kanu cabeceou no meio da área e fez outro, agora na trave certa.

Mal deu para comemorar. Quatro minutos depois, Guilherme tocou para Thalles, que deu um belo drible em Fernando Miguel, tocou para o gol vazio: 2x1. Kanu ainda fez mais um gol, mas estava impedido. 

Quando o placar já parecia sacramentado, vinha mais surpresa por aí. Aos 41, Thalles deixou o jogo e passou seu faro de gol para o garoto Paulo Vitor. Ele precisou de cinco minutos para aproveitar cobrança de falta e aparecer livre na cara de Fernando Miguel. O garoto tocou por cima, matou o goleiro da jogada, fez uma pintura.. Pensa que acabou? Não. Antes do apagar das luzes, Guilherme Costa deixou Kanu para trás, tocou por baixo das pernas de Fernando Miguel e fechou o caixão: 4x1.

Com o resultado, o Vitória dorme na 18ª posição, mas ainda pode ser ultrapassado por São Paulo, que joga quinta-feira (13), ambos em casa. Os adversários são Coritiba e o lanterna Atlético-GO, respectivamente.

Por Correio
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01/07
às 03:37

A dois dias do primeiro Ba-Vi da Série A, domingo (2), no Barradão, um levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas chega para apimentar a rivalidade entre tricolores e rubro-negros. De acordo com o instituto, o Bahia é o time preferido de 25,3% da população no estado, enquanto o Vitória tem a preferência de 13,4%.

Além da grande distância entre os rivais da capital, o resultado aponta o Flamengo na cola do Vitória, com 12%. Chega a ser um empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de 2,5%. O grau de confiança é de 95%.

Tomando como base a população da Bahia em 15,28 milhões, de acordo com a estimativa divulgada pelo IBGE em julho de 2016 (a mais recente), a torcida tricolor no estado é de 3,86 milhões, enquanto a do Vitória é de 2,04 milhões e a do Flamengo, 1,83 milhão. Corinthians, Palmeiras e São Paulo aparecem na sequência, nesta ordem.

O Instituto Paraná Pesquisas ouviu 1.510 habitantes em 70 municípios baianos no período de 31 de maio a 4 de junho. A pergunta espontânea foi: “Para qual time de futebol o(a) senhor(a) mais torce ou simpatiza?”

Em dezembro do ano passado, o mesmo instituto fez uma pesquisa, só que de abrangência nacional, que apontou a torcida do Bahia como mais que o dobro da do Vitória no país.

Resultado da pesquisa:

Bahia 25,3% - 3,86 milhões

Vitória 13,4% - 2,04 milhões

Flamengo 12,0% - 1,83 milhão

Corinthians 5,8% - 886 mil

Palmeiras 3,0% - 458 mil

São Paulo 2,9% - 443 mil

Vasco 2,7% - 412 mil

Fluminense 1,2% - 183 mil

Botafogo 1,1% - 168 mil

Santos 0,8% - 122 mil

Outros times citados 4,2% - 641 mil

Não torce por nenhum 27,5% - 4,2 milhões

Por Correio
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15/06
às 02:46

Foi sofrido, suado e na raça, mas o Vitória conseguiu recuperar um jogo quase perdido, nesta quarta-feira (14), no Barradão. Num jogo em que estava perdendo por dois gols de diferença no intervalo, o Leão foi cima no 2º tempo e chegou ao empate em 2x2. 

O time, pelo menos no primeiro tempo, decepcionou. Com dois minutos, David recebeu a bola de Kieza, se livrou de dois e mandou uma bomba de fora da área, carimbando o pé da trave de Gatito, mas a superioridade durou pouco.

Com 15 minutos, os cariocas se impuseram. Chegaram com perigo com Pimpão, após lindo cruzamento de Arnaldo, e não demoraram a transformar o bom futebol em gol. 

Aos 29 minutos, Pimpão mandou um cruzamento certeiro para Bruno Silva. Thallyson falhou feio e, ao furar, viu o volante botafoguense abrir o placar e fazer 1x0. 

Confiante com o gol, o Botafogo foi pra cima e quase chegou ao segundo após Fred recuar mal para Fernando Miguel. Pimpão roubou a bola e bateu, mas Kanu salvou em cima da linha. 

A falha que resultou no gol do Botafogo aparentemente mexeu com Thallyson. Aos 41, falta para o Botafogo. João Paulo cobrou e Fernando Miguel tirou de soco. O lateral, que deveria marcar Bruno Silva, falhou de novo, deixou o volante passar com facilidade, cabecear e ampliar o placar para 2x0.

O Vitória ainda arriscou nos momentos finais do primeiro tempo com cruzamento de Thallyson para Neilton, mas o atacante cabeceou por cima do travessão. 

Respira fundo, Leão!

O intervalo foi importante para o Vitória, que voltou a campo  mais equilibrado. Aos 4 minutos, David arrancou para cima de Arnaldo e cruzou rasteiro para Gabriel Xavier. Victor Luis errou o bote e o meia, sozinho, chutou rasteiro na saída de Gatito e diminuiu: 2x1.

O Botafogo pressionou, apertou Fernando Miguel duas vezes após o gol, com jogada de Roger e tabelinha de João Paulo e Rodrigo Lindoso, mas não conseguiu ampliar. 

O Vitória precisava fazer valer sua força dentro do Barradão. Foi lá e fez. Aos 30 minutos, o Leão transformou a cara emburrada dos torcedores em um largo sorriso. 

Gabriel Xavier lançou André Lima na área e, o atacante, que não jogava há mais de um mês, deixou Kieza na cara do gol para empatar o jogo e soltar o grito da garganta da galera rubro-negra. 

No fim do jogo, Gabriel Xavier reclamou com o árbitro e foi expulso. Com isso, ele está fora do próximo jogo, domingo (18), contra o Sport, na Ilha do Retiro.

Por Correio
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05/06
às 08:14
 
O Campeonato Brasileiro está apenas na 4ª rodada, mas já começa a tirar o sono do torcedor do Vitória. No sábado (3), o rubro-negro perdeu de 2x1 para o Fluminense e chegou à terceira derrota consecutiva na competição – antes, perdeu para Corinthians e Coritiba, ambos por 1x0. O único ponto conquistado pelo rubro-negro foi na estreia, quando empatou em 0x0 com o Avaí, fora de casa. Até agora, o Leão sofreu quatro gols e marcou um.
 
Na época, o Leão não fez uma boa campanha. Conquistou 22 pontos em 24 partidas, com sete triunfos, oito empates e nove derrotas. Terminou o ano como 19º, à frente apenas de Criciúma, União São João, Cruzeiro, Remo e Náutico. Até 1994, os triunfos contabilizavam apenas dois pontos, diferente do regulamento atual, que garante os famosos três pontos à equipe vencedora.
 
Há 23 anos, a troca de treinador era um pedido de parte da torcida rubro-negra. Criticado na época pela campanha ruim na Série A, o uruguaio Sergio  Ramirez não resistiu à pressão e foi demitido após as três primeiras rodadas. No quarto jogo do torneio nacional, o time foi treinado por Fito Neves, que comandou o Vitória na sua melhor campanha em Brasileiros, em 1993, quando o Leão ficou na segunda posição.
 
O Leão tem mais uma chance de espantar a má fase e não repetir o filme de 1994. Na quinta-feira (8), o time do novo técnico Alexandre Gallo encara o São Paulo, às 19h30, no Morumbi. Coincidência ou não, naquele ano, o quinto jogo do Leão foi justamente contra o tricolor paulista, também fora de casa. O jogo terminou empatado em 2x2.
 
 
 
Por Correio
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01/06
às 03:41

Em seus tempos de glória, o atacante do Botafogo e da seleção brasileira Manuel Francisco dos Santos, ou simplesmente Mané Garrincha, era impossível de ser marcado. Com sua ginga, deixava frequentemente os adversários no chão. Morto em 1983, aos 49 anos, em decorrência do alcoolismo, ele foi sepultado no Cemitério de Raiz da Serra, distrito de Magé, na Baixada Fluminense. Hoje, três décadas após o funeral, o craque dribla, involuntariamente, quem procura por seus restos mortais. Parentes de Garrincha e a prefeitura de Magé confirmaram ontem que não sabem onde está enterrado o bicampeão mundial.

A administração do cemitério admite a hipótese de ter perdido os restos mortais de Garrincha durante um processo de exumação.

— Pelo que a gente pesquisou, não há a certeza de que ele está enterrado. Temos a informação de que o corpo foi exumado e levado para um nicho (gaveta no cemitério), mas não há documento que comprove isso — disse Priscila Libério, atual administradora do cemitério.

No local, existem duas sepulturas como o nome de Garrincha. A primeira é coletiva, e fica na parte baixa do cemitério. É onde o craque das pernas tortas foi originalmente foi sepultado. A segunda fica na parte superior. Distante 200 metros do primeiro túmulo, foi construída em 1985 pela prefeitura de Magé, que marcou o ponto com um obelisco.

Uma das filhas de Garrincha, Rosângela Santos diz que a família sofre sem saber onde ele está enterrado:

— Meu pai não merecia isso.

O corpo de Garrincha teria sido retirado há cerca de dez anos do túmulo onde foi originalmente sepultado. Segundo João Rogoginsky, de 70 anos, primo do jogador, outra pessoa da família morreu e precisou ser enterrada naquele jazigo. Ele disse ter recebido a informação, na época, de que a ossada do atleta foi retirada para ser colocada num nicho. Mas João não assistiu à exumação:

— E não deram para a família nenhum documento.

O prefeito Rafael Tubarão queria fazer uma homenagem ao craque, que completaria 84 anos em outubro. Ele procurou saber o local exato do sepultamento e recebeu da Secretaria de Ação Social um relatório de um recadastramento no cemitério que diz que o corpo foi exumado. O documento se baseia em informações de João e Rosângela, que não acompanharam o procedimento.

— Se a família concordar, faço exumação nas sepulturas. E um teste de DNA para saber se algum corpo é o de Garrincha — afirma Tubarão.

Por Ibahia
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31/05
às 04:00

Principal chamariz de votos da chapa que ganhou as últimas eleições do Vitória, no final do ano passado, o diretor de futebol Sinval Vieira começa a balançar no cargo. A pressão começou na torcida, que pediu a sua saída na derrota para o Coritiba na Fonte Nova, no sábado, e ganhou coro na sabatina realizada por conselheiros na noite da última segunda-feira (29).

O presidente Ivã de Almeida também não escapou das cobranças. Em meio às críticas direcionadas a Sinval, bancou o seu diretor de futebol. Como produto da sabatina, um grupo de conselheiros começou a circular na noite desta terça-feira (30) uma petição para o impeachment de Ivã.

Até a noite desta terça, a petição tinha 18 assinaturas. Segundo o artigo 36, inciso IV do estatuto do clube, é preciso o apoio de 2/3 dos conselheiros – na gestão atual, seriam 134 assinaturas.

Petkovic também foi alvo da sabatina, mas o diretor foi quem ‘sangrou’ de fato. Alguns conselheiros, segundo apurou CORREIO, criticaram duramente a gestão e os métodos de Sinval. Diante da pressão, o diretor chegou a colocar seu cargo à disposição.

O presidente Ivã de Almeida, então, intercedeu imediatamente. Elogiou o trabalho de Sinval no futebol e bancou sua permanência. Vice-presidente, Agenor Gordilho prometeu renunciar ao cargo caso o diretor deixasse o futebol.

Petkovic valorizado

O técnico Petkovic, por outro lado, saiu com moral da sabatina, até mesmo ‘blindado’ pelos conselheiros. Num dos poucos trechos da transmissão ao vivo do Conselho Deliberativo que não teve seu áudio cortado, foi possível ouvir o ex-presidente do clube, Raimundo Viana, elogiando a explanação do treinador sobre o seu método de trabalho.

“Hoje vim para cá com um ‘zumzumzum’ de crise. Mas vi nosso ídolo descorrer sobre seus planos de trabalho, suas ideias. Fiquei muito satisfeito. Quero fazer um apelo: Pet, que Deus lhe proteja para você levantar a moral do nosso time. Você foi jogador e sabe que não há nada pior do que um grupo desmotivado, que olha para o chão quando você faz preleção. Consiga isto e vamos ganhar do Fluminense”, disse.

A impressão dos conselheiros com quem CORREIO conversou foi de que o sérvio mostrou domínio de ferramentas e processos modernos para observar jogadores e comandar o time. Uma contraposição, supostamente, ao estilo de Sinval. O diretor de futebol, inclusive, deixou a reunião antes do seu final, enquanto o técnico recebeu cumprimentos da maioria na saída.

Por ora, Sinval e Pet continuam nos seus cargos com respaldo da direção. A pressão pode aumentar: o Vitória enfrenta o Fluminense, no sábado, e o São Paulo, na quinta-feira, ambos fora de casa.

Por Correio
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31/05
às 03:55

Com a reapresentação marcada para a tarde desta quarta-feira (31), a atividade do Bahia será comandada pelo auxiliar do clube, Preto Casagrande, que assume o time interinamente. A direção, no entanto, tem pressa para definir o nome do novo treinador, que tem grandes chances de já estrear no comando da equipe na próxima segunda-feira (5), diante do Atlético Goianiense, às 20h, na Fonte Nova. Três nomes estão cotados para assumir o cargo deixado por Guto Ferreira. 

O primeiro deles e de maior força no momento é o de Jorginho, 52 anos, que foi auxiliar de Dunga na Copa do Mundo de 2010 e treinou Goiás, Figueirense, Ponte Preta, Flamengo e Vasco, além do Kashima Antlers, no Japão e Al Wasl, no Emirados Árabes. Como jogador, ele foi tetracampeão mundial com a Seleção Brasileira na Copa de 1994, nos Estados Unidos. 

Na seu último trabalho, pelo Vasco, foi rebaixado em 2015, apesar de ter feito uma boa campanha de recuperação na Série A, mas conquistou o acesso no ano seguinte, em 2016, junto com o Bahia, além de ter ficado com o título carioca no ano passado.

A outra opção é o experiente Levir Culpi, 64 anos, que é um desejo antigo da diretoria tricolor. Ano passado, antes mesmo de anunciar Doriva para iniciar 2016, o tricolor fez proposta pelo ex-técnico do Atlético Mineiro, que recusou. Campeão da Copa do Brasil e Recopa Sul-Americana pelo Galo em 2014, Levir assumiu o Fluminense em março do ano passado e conquistou o título da Primeira Liga, mas acabou demitido na 34ª rodada da Série A, após derrota por 4x2 para o Cruzeiro. 

O baiano Cristóvão Borges, de 57 anos, é o nome que corre por fora. Técnico do Bahia em 2013, sendo um dos responsáveis por evitar o rebaixamento do clube naquele ano conturbado com intervenção presidencial, ele não vive um bom momento profissional. Quando deixou o Bahia, fez um trabalho de regular para bom no Fluminense em 2014, terminando a Série A na sexta posição. 

Depois disso, passou por Flamengo, Atlético Paranaense, Corinthians e Vasco da Gama, ainda este ano, mas deixou o clube carioca após a eliminação precoce na terceira fase da Copa do Brasil para o Vitória. 

Em entrevista ao programa Os Donos da Bola, Marcelo Sant’Ana falou sobre a procura por novos treinadores e garantiu: “Nós não vamos procurar treinadores que estejam empregados”. Vale lembrar que ano passado, após a saída de Doriva, o Bahia foi buscar Guto Ferreira, que até então era técnico da Chapecoense no Brasileirão da Série A.

Por Correio
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25/05
às 03:33
Pela forma como tudo começou, não poderia terminar diferente. Uma recepção inesquecível aos jogadores. O gol de Edigar Junio, que saiu aos 12 minutos, foi o suficiente. Com a dose de emoção que lhe é peculiares, o Bahia mostrou por que é o maior do Nordeste, como o mosaico dizia antes da partida.
 
Foram 15 anos de espera, mas cada minuto, certamente, valeu a pena para o torcedor, que pôde finalmente soltar o grito de tricampeão do Nordeste após o triunfo de 1x0 sobre o Sport, na Arena Fonte Nova.
 
A primeira boa chance do jogo foi do Bahia. Allione iniciou a jogada em lance individual, a bola chegou até Edigar Junio, que protegeu e cruzou para Régis cabecear para fora. 
 
Com três zagueiros, o Sport explorava as jogadas pelos lados do campo, principalmente com Mena, pelo lado esquerdo. O grito ensurdecedor das arquibancadas, no entanto, empurrou o tricolor até o primeiro gol.
 
O colombiano Pablo Armero avançou pela esquerda e lançou para Edigar Junio, que dominou, girou em cima de Matheus Ferraz e com um lindo toque de cobertura no goleiro Magrão, fez a Fonte Nova balançar como há muito tempo não se via. Belo gol do camisa 11 tricolor. 
 
Melhor em campo, o Bahia não diminui o ritmo mesmo com a vantagem no placar. Em bom passe de Eduardo, Régis errou o domínio, mas a bola resvalou no zagueiro do Sport e sobrou limpa para o meia tricolor chutar forte e acertar a rede pelo lado de fora.
 
Enquanto a arquibancada seguia fervendo com os cantos da torcida, dentro de campo o jogo deu uma esfriada. Muita marcação dos dois lados e lances até mais duros, que geraram cartões amarelos para Régis e Rogério. 
 
Em cobrança de falta do argentino Allione, quase o segundo gol saiu. Edigar Junio apareceu sozinho no segundo pau e testou com força, porém a bola explodiu na trave e saiu. Foi por muito pouco. 
 
 
Ao tentar um drible dentro da área, Rogério se jogou para simular um pênalti. O árbitro Francisco Carlos Nascimento aplicou a regra e deu o segundo cartão amarelo, que terminou na expulsão do jogador aos 32 minutos. O atacante saiu de campo sem reclamar. 
 
Mesmo com um jogador a mais, o Esquadrão desperdiçou alguns contra-ataques e não conseguiu criar mais boas chances até o final do primeiro tempo. O time saiu aplaudido de campo. 
 
Segundo tempo
 
O Bahia voltou com tudo para o segundo tempo e chegou a marcar um gol com Edigar Junio, que aproveitou o chute cruzado de Armero e, mesmo sentado, cabeceou para o gol, só que o bandeirinha marcou impedimento do atacante.
 
Absolutamente em cima, o time de Guto Ferreira teve duas boas oportunidades seguidas. Na primeira, Régis recebeu lançamento de Jean, esperou a bola quicar e chutou forte, obrigando Magrão a fazer boa defesa e espalmar para escanteio. Depois, Allione invadiu a área pelo lado direito e cruzou rasteiro para Edigar Junio finalizar de primeira e novamente Magrão defender, dessa vez com os pés. 
 
Enquanto isso, na arquibancada da Fonte, a torcida revezava os cânticos emanando o tradicional“Vamos ser tri, Esquadrão” e se declarando com o “Sabe, eu sou Baêa, com muito orgulho, com muito amor”. Só pararam de cantar para gritar o nome de Renê Junior, mais uma vez o dono do meio de campo, que saiu de para a entrada de Juninho.
 
Após minutos de agonia com as equipes se revezando em chances perdidas (o Bahia muito mais), o apito final soou como o som mais bonito que poderia haver no momento
 
Por Ibahia
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18/05
às 03:32

Começou a contagem regressiva a partir de agora até o segundo jogo da final. Bahia e Sport deixaram um gostinho de quero mais aos seus torcedores após um empate em 1x1 de tirar o fôlego na Ilha do Retiro, no Recife, na noite desta quarta-feira (17). O tricolor saiu na frente com Juninho, mas sofreu o empate com um gol de outro Juninho, do time da casa. Resta esperar a próxima quarta-feira (24), quando tudo será definido na Fonte Nova.

Em meio a uma Ilha do Retiro pulsante, foi o Bahia que tomou a iniciativa da partida. Com uma marcação bem encaixada, o time de Guto Ferreira dificultava as ações do Sport, que não conseguiu criar nos primeiros minutos.  

A primeira boa chance foi tricolor. Renê Júnior encontrou Zé Rafael na direita, que passou para Eduardo cruzar rasteiro, mas Magrão se antecipou a Edigar Junio e conseguiu fazer a defesa. 

A resposta dos donos da casa foi na bola parada. Aos 12 minutos, Fabrício cobrou falta pelo lado direito, Matheus Ferraz subiu mais que a zaga tricolor e cabeceou na trave. A partir daí o Sport cresceu. Lucas Fonseca saiu jogando errado e entregou nos pés de Diego Souza. O meia levantou com categoria pra Rogério emendar de voleio e obrigar Jean a fazer grande defesa. 

Eram 26 minutos quando a dupla Diego Souza e Rogério voltou a aparecer. O camisa 87, com uma casquinha, deixou o atacante rubro-negro no mano a mano com Eduardo. Ele puxou para o pé direito e colocou no canto esquerdo de Jean. A bola passou perto, mas saiu pela linha de fundo

Pressionado, o Bahia não conseguiu mais trocar passes, tendo em Juninho um dos que mais erravam nesse quesito. O tricolor só voltou a assustar aos 36 minutos, quando Allione tabelou com Edigar Junio, invadiu a área e caiu na disputa com Magrão. O árbitro mandou o lance seguir. 

Teve mais polêmica no final do primeiro tempo. Juninho cobrou escanteio, a zaga do Sport afastou mal, Zé Rafael pegou de primeira e mandou para o fundo das redes. No entanto, a arbitragem entendeu que Renê Júnior - que estava em posição irregular - participou do lance e anulou o gol. Detalhe é que Renê nem fez menção de ir pra bola.

As equipes voltaram sem mudanças para o segundo tempo, e o Bahia chegou com perigo em jogada de Eduardo, que chutou forte e Magrão espalmou. Em minoria, a torcida tricolor sobrepôs a maioria rubro-negra aos 11 minutos.

Matheus Reis tabelou com Zé Rafael e cruzou, Edigar brigou pela bola, que sobrou limpa para Juninho soltar um foguete e abrir o placar: 1x0. 

A partir daí só se ouviam o batuque e a festa baiana em meio ao silêncio pernambucano. A zoada só não ficou maior graças a Magrão. O goleiro do Sport impediu de forma milagrosa que Edigar Junio, de cabeça, ampliasse. Antes, ele já tinha defendido um chute colocado de Juninho.

A torcida da casa só se manifestava para chamar o técnico Ney Franco de burro. Surpresa na escalação inicial, Matheus Sales acabou substituído por Feijão aos 31 minutos por cansaço.

O jogo parecia sob controle do Bahia. A bola parada era o único recurso do Sport e foi justamente através dela que o time conseguiu o empate. Após cobrança de escanteio, Juninho se antecipou, desviou de cabeça e fez 1x1.

 

O gol reacendeu a Ilha, que empurrava o time da casa em busca da virada. Guto Ferreira tentou recolocar o Bahia no jogo com a entrada de Gustavo no lugar de Allione. Mas foi só. Empate nos primeiros 90 minutos e muita emoção guardada para a próxima quarta-feira. 

Por Correio
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