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Esporte

14/11
às 04:11

A Itália não conseguiu se classificar para a Copa do Mundo pela primeira vez em 60 anos depois de empatar por 0 x 0 com a Suécia, que garantiu nesta segunda-feira uma vaga na Rússia por ter vencido em casa por 1 x 0.

A Suécia sobreviveu a uma série de ataques da seleção italiana no jogo de volta da repescagem europeia, em uma noite de tensão e drama em um estádio San Siro descrente.

A tetracampeã Itália, que não ficava fora de uma Copa do Mundo desde o torneio de 1958 na Suécia, deixou os visitantes em seu próprio campo durante a maior parte do jogo e criou várias chances, mas não conseguiu superar Robin Olsen para marcar seu gol.

Os anfitriões, que tiveram 75% de posse de bola, fizeram disparos para fora, outros pararam em Olsen e também reclamaram de um pênalti ao pressionarem desesperadamente por um gol.

"Não tínhamos mais armas. Tivemos que aguardar e esperar que pudéssemos aguentar", disse o técnico da Suécia, Jan Andersson. "Nós não poderíamos fazer de outra forma, eles têm muita qualidade."

O mais próximo que a Itália chegou de marcar foi numa tentativa de Ciro Immobile que foi parcialmente defendida por Olsen e posteriormente afastasa por Victor Lindelof.

Os jogadores italianos desabaram no campo em desespero no apito final e até mesmo veteranos como Giorgio Chiellini estavam inconsoláveis. O apoio da torcida durante o jogo rapidamente se transformou em hostilidade, e vaias foram ouvidas pelo estádio.

Por Agência Brasil
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09/11
às 03:46

Uma partida para consolidar o grande momento que o Bahia vive na Série A. Mesmo tendo saído perdendo, o tricolor teve força para empatar e virar diante do Avaí na Ressacada. Marquinhos abriu o placar para o time mandante, mas Edigar Junio, duas vezes, garantiu o triunfo tricolor por 2x1, na noite desta quarta (8). Agora com 45 pontos, já é permitido ao Bahia só olhar pra cima. 

O jogo começou numa velocidade acima do normal, que se manteve durante boa parte do primeiro tempo. Os donos da casa ditaram o ritmo e chegaram com perigo por três vezes. Na primeira, Thiago Martins recuou mal, Junior Dutra se antecipou, invadiu a área e chutou cruzado, mas Jean pegou firme e não deu rebote. 

O atacante catarinense seria também o protagonista dos dois lances seguintes. Após boa troca de passes, ele recebeu na direita e chutou cruzado, mas Eduardo cortou. Em seguida, Dutra recebeu novamente dentro da área, girou para cima de Thiago Martins e finalizou para outra boa defesa de Jean. Tudo isso aconteceu em apenas cinco minutos. 

Se nas vezes em que havia sido exigido Jean mostrara estar ligado no jogo, aos 16 minutos o camisa 1 cometeu uma falha que foi fatal. O experiente meia Marquinhos cobrou falta, a bola passou no meio da barreira e quicou na frente do goleiro tricolor, que aceitou. Avaí 1x0. 

O Bahia fazia uma partida muito ruim, com erros de posicionamento, encontrando dificuldades para  impor seu jogo. Aos 32 minutos, no entanto, a bola parada, sempre a melhor alternativa quando uma equipe não está num bom momento dentro do jogo, mostrou mais uma vez a sua eficiência. Juninho cobrou falta forte, por fora da barreira, a bola bateu nas duas traves e, após Renê tentar na primeira vez, Edigar Junio apareceu para fuzilar o goleiro Douglas e empatar. Foi o oitavo gol do artilheiro tricolor na Série A, o 11º na temporada. 

O tricolor voltou do intervalo sem mudanças, mas com uma postura completamente diferente. Com mais posse de bola, a equipe dominou completamente o Avaí no início da segunda etapa. Logo aos seis minutos, Juninho cobrou falta na área, Edigar Junio cabeceou e Douglas fez linda defesa de mão trocada. Um minuto depois, após bate-rebate na área, Edigar ajeitou para Zé Rafael chutar fraco. 

Aos 12, Thiago Martins saiu desde a defesa com a bola dominada, cruzou o gramado e deu linda assistência para Mendoza. O colombiano driblou o marcador e chutou de esquerda, mas Douglas foi arrojado e fez grande defesa. A resposta do Avaí veio com Marquinhos, que entrou na área livre e quando tentou driblar Jean, foi desarmado pelo goleiro tricolor.  

De tanto insistir, o Bahia conseguiu a virada. Em jogada muito bem trabalhada pelo trio Mendoza, Allione e Edigar, o argentino deixou o camisa 11 na boa só para empurrar para o gol. Foi o 9º dele na Série A, o 12º no ano. Allione chegou a sua 6ª assistência no campeonato, a 11ª em 2017. 

A partir daí, Carpegiani colocou Feijão e Matheus Sales em campo para segurar o placar e garantir o primeiro triunfo fora de casa sob o comando do treinador. 

Por Correio
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09/11
às 03:45

Enfim, acabou. “Ooooo, o Barradão voltou!” era o grito que ecoava nas arquibancadas do Manoel Barradas após o Vitória bater o Palmeiras, nesta quarta (8), por 3x1. Depois de 10 jogos, três meses, o Leão voltou a vencer em sua casa. De quebra, chegou a 38 pontos e deixou a zona de rebaixamento da Série A.

O jogo começou a mil. Aos 3, Fernando Prass disputou com Trellez e afastou mal. A bola sobrou pra Patric, que finalizou forte, mas o chute passou ao lado da trave direita palmeirense. Na segunda oportunidade do lateral-direito, ele fez certinho. Aos 6, Patric recebeu pela direita e achou Tréllez. O colombiano fez bem a parede para Yago, que limpou o zagueiro e bateu sem chance para Prass.

O Palmeiras tentou reagir com Keno, que fez um Carnaval na defesa rubro-negro mas não conseguir nem passar e nem finalizar. No contra-ataque, sua principal arma, o Leão ampliou. Tréllez foi lançado, ganhou de Juninho no corpo, arrancou e bateu por baixo de Prass. Aos 14, Vitória 2x0 Palmeiras.

O alviverde foi pro tudo ou nada e, cinco minutos depois, diminuiu. Keno cruzou e Dudu, de cabeça, fez 2x1. Logo depois, Keno achou Erik, que bateu cruzado e quase empata. Fernando Miguel salvou.

Mas o ímpeto paulista diminuiu e, mais uma vez no contra-ataque, o Leão ampliou. David recebeu lançamento e tocou errado. A bola ricocheteou em dois palmeirenses e sobrou pra Yago bater na saída de Prass, fazendo o segundo dele e o terceiro do Vitória.

Por Correio
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08/11
às 04:35

Figurar na primeira página da tabela de classificação e poder mudar o foco na reta final do campeonato. Duas coisas proporcionadas ao Bahia após o triunfo por 2x0 sobre a Ponte Preta, que deixou a equipe na 10ª colocação, com 42 pontos, mais perto de uma vaga na Libertadores do que da zona de rebaixamento. 

Hoje, o grupo dos sete primeiros, apelidado de G7, se garante na maior competição sul-americana em 2018 e a distância do tricolor para o Flamengo, sétimo colocado com 47 pontos, é de apenas cinco pontos. Para o Z4, encabeçado pelo Vitória, são sete pontos de diferença. 

Por isso, até mesmo o técnico Paulo Cézar Carpegiani já deu a ordem para o time a partir de agora olhar para frente. “A entrega dos jogadores tem sido importante, conseguimos resultados. A partida que perdemos, tivemos um segundo tempo bom. Sem tirar o mérito do Flamengo, mas alguns erros foram fatais. O resultado não condiz com o que foi o jogo (4x1). Detalhes decidem uma partida, uma recomposição rápida. Esse tipo de aprendizagem nos dá a possibilidade de olhar e ter confiança, convicção do que podemos produzir. A tendência é melhorar. Podemos dar uma olhada para frente”.

O atacante Mendoza partilha do mesmo pensamento e é ainda mais ousado ao falar das metas do time para a reta final da temporada. “Nosso pensamento sempre foi esse, vaga para a Copa Libertadores ou Sul-Americana. Agora, mais do que nunca, a gente acredita. A gente tem que esperar, continuar trabalhando forte, porque o objetivo tem que ser cumprido no dia a dia”. 

Segundo os matemáticos da  Universidade Federal de Minas Gerais, o Bahia tem apenas 1,4% de chance de queda, 70,6% de ir para a Sul-Americana e 5,6% de chance para se classificar à Libertadores. Vale lembrar que esse percentual pode variar e o G7 pode se tornar até mesmo G9. Para isso acontecer, o Flamengo teria que vencer a Sul-Americana (está na semifinal) e o Grêmio bater o Lanús na final da Libertadores. No momento, o Bahia está um ponto atrás do São Paulo, nono colocado.

Desde 2006, quando a Série A passou a ser disputada por 20 clubes e no formato dos pontos corridos, a menor pontuação de um sétimo colocado foi em 2008, quando o Botafogo somou 53 pontos. O “pior oitavo” em 2008, 2012 e 2016 também teve 53 e, em 2013, o São Paulo alcançou a nona posição com apenas 50 pontos. 

A média do sétimo, oitavo e nono colocados dentro deste período é maior. Considerando os últimos 11 campeonatos, o sétimo teve uma média de 56,9 pontos, o oitavo de 54,81 e o nono de 53,45. Como o Bahia tem 42 e ainda disputará 18, precisará de pelo menos 11 ou 12 pontos para ter chance de ir à Libertadores com 53 ou 54 pontos, caso o G7 de fato vire G9. Vale sonhar.

Por Correio
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08/11
às 04:31

O atacante Santiago Tréllez, do Vitória, foi denunciado pela Procuradoria de Justiça Desportiva ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por conta da suposta injúria racial contra o volante Renê Júnior, do Bahia, no final do Ba-Vi do último dia 22 de outubro. O jogador tricolor alegou ter sido chamado de ‘macaco’ pelo rival. Em vídeo publicado posteriormente pelo Leão, Tréllez negou a injúria racial.

O colombiano foi enquadrado no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e pode pegar de 5 a 10 jogos de suspensão, caso seja condenado, além de multa que varia entre R$ 100 a R$ 100 mil. O julgamento acontece na sexta (10), pela Quarta Comissão Disciplinar do STJD. 

A Procuradoria se baseou na súmula do árbitro Marcelo de Lima Henrique, que citava o episódio, ainda que o próprio árbitro não o tivesse presenciado. De acordo com a denúncia, “as atitudes do atleta denunciado que levaram à revolta do ofendido não se limitam a meros xingamentos, tendo por certo extrapolado os limites do que se espera seja razoavelmente aceito como uma simples ofensa. Pelo contrário, diante da reação pode-se ter plena convicção de que houve sim ato discriminatório ou, admitindo-se em hipótese por amor ao debate, mesmo ato ultrajante”. 

Em entrevista após o ocorrido, ainda na Fonte Nova, onde aconteceu o clássico, Renê Júnior informou que não registraria Boletim de Ocorrência contra Tréllez. 

Por Correio
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25/10
às 04:35

A expectativa se tornou realidade. Como esperado, Cristiano Ronaldo ganhou o prêmio The Best, da Fifa, na segunda-feira (23), sendo coroado o melhor do jogador do planeta em mais uma temporada. O gajo faturou a honraria pela quinta vez na carreira, igualando o recorde de Lionel Messi como maior vencedor da história.

E o camisa 7 merece. Zinedine Zidane adotou uma estratégia que se mostrou muito certa ao longo da última temporada: o português não gostou muito, mas foi poupado de várias partidas e teve seu ano com menos minutos em campo pelo Real Madrid, entrando no rodízio do francês e sendo substituído muitas vezes. 

No entanto, CR7 chegou inteiro, descansado e voando na reta final e decisiva de 2016/17, sendo fundamental para os Blancos conquistarem o inédito bicampeonato da Uefa Champions League e voltar a ganhar La Liga depois de cinco anos.

Outra mudança foi no posicionamento. Aos 32 anos, Cristiano Ronaldo não é mais garoto e, ao invés de jogar aberto pelo lado esquerdo, como foi na maior parte de sua carreira, o gajo atuou muitas vezes como centroavante na última temporada. A mudança surtiu muito efeito, com o atacante sendo crucial - e histórico - em momentos decisivos para o Real Madrid.

Como referência no ataque madrilenho, CR7 marcou dez gols em cinco jogos na reta decisiva da Champions, nos duelos das quartas de final contra o Bayern de Munique, da semifinal contra o Atlético de Madrid e na decisão contra a Juventus. Impressionante.

Vital nas conquistas da UCL e La Liga, decisivo e com feitos impressionantes, Cristiano Ronaldo merece o prêmio de melhor jogador do ano. Afinal, ele jogou muita bola e foi primordial em dois grandes títulos.

No entanto, existe um ponto interessante. Neymar fez uma boa temporada pelo Barcelona, tendo seus momentos de protagonismo e brilho, como no milagre contra o PSG pela Uefa Champions League, e, pra variar, jogou demais na Seleção Brasileira. Ele, porém, ficou mais uma vez aquém de CR7 e de Lionel Messi, que teve números superiores ao do gajo em 2016/17.

Messi viveu uma temporada na qual o Barcelona decepcionou. Não conseguiu o tricampeonato espanhol e foi eliminado nas quartas de final da Champions League pela Juventus. No entanto, o ano do argentino foi muito bom, ao ponto que o camisa 10 superou Cristiano Ronaldo em todos os quesitos.

É claro que o futebol não é feito apenas de estatísticas, mas não deixa de ser curioso que Messi, apesar da ausência de títulos - só venceu a Copa do Rei -, viveu uma temporada, nos números, melhor que o gajo. E apesar de não ser tão brilhante na maioria das grandes partidas (Neymar liderou a virada contra o PSG na Champions, e a Pulga sumiu contra a Juventus), o argentino foi fantástico na fase de grupos da UCL, artilheiro de La Liga e espetacular na vitória sobre o Real Madrid em pleno Santiago Bernabéu, conquistada com um gol seu no último suspiro do clássico.

CR7 chegou mais longe, ganhou títulos importantes e foi decisivo, histórico e fenomenal nos momentos cruciais. Ele merece a Bola de Ouro e o prêmio The Best, mas o camisa 10 foi superior nos números.

Por ibahia
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23/10
às 09:19
Foram mais de 90 minutos de pressão. Bahia e Vitória disputaram o último clássico Ba-Vi do ano neste domingo (22), e quem riu por último foi a torcida tricolor, que viu o Esquadrão derrotar seu maior rival por 2x1, na Fonte Nova.
 
O resultado põe o Bahia em situação mais confortável no Brasileirão, em 12º lugar, com 38 pontos, e aumenta a preocupação rubro-negra. Com 33 pontos, o Leão entrou na zona de rebaixamento, em 17º lugar. Foi ultrapassado pelo Avaí, que derrotou a Ponte Preta por 2x1, fora de casa.
 
Por Correio
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19/10
às 09:24
O ex- jogador de futebol, Jorge Wagner, é o novo integrante da equipe de Esportes da Rádio Sociedade de Feira de Santana.  Recentemente aposentando, após passagem pelo Fluminense de Feira, Wagner se disse satisfeito por ainda trabalhar na área esportiva.
 
"Me sinto honrado em participar desta equipe, inicialmente, como comentarista especial, entretanto que logo breve podemos definir uma ampliação da nossa participação no rádio de Feira de Santana", declarou.
 
Com passagens por Bahia, Cruzeiro, Corinthians, São Paulo, Internacional, Botafogo e Vitória, JW7 como conhecido nos tempos de atuação no gramado, o novo comentarista especial da emissora feirense fará sua estreia no clássico BaVi deste domingo (22), na Arena Fonte Nova.
 
Por De Olho na Cidade
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17/10
às 02:48

Não foi um resultado ruim. Longe disso. Nesta segunda (16), Vitória foi até o Pacaembu e empatou em 2x2 com o Santos. O problema é que foi por pouco que o Leão não deixou a cidade paulista com três pontinhos na mala, já que o gol de empate do Peixe foi marcado por Ramon, contra. Com o resultado do jogo, o rubro-negro foi para a 15ª posição, com 33 pontos.

Antes mesmo da bola rolar, uma coisa já era esperada: um jogo equilibrado. Afinal de contas, de um lado estava um time avassalador como mandante e, do outro, um carrasco como visitante. Só que o jogo não era na Vila Belmiro, e foi nisso que o Leão se apegou.

A primeira jogada perigosa partiu do Santos, com tabelinha de Copete e Matheus Jesus, e uma bola mandada por cima do gol, mas foi o Leão quem foi mais competente. 

Aos 22 minutos, Neilton roubou a bola de Copete e armou contra-ataque. O camisa 10 tocou para Tréllez, que deixou a bola com Fillipe Souto. O volante rolou para David e o garoto, que completou 100 jogos com a camisa do Vitória na rodada anterior, contra o Sport, teve frieza, driblou Vanderlei e mandou a bola para o fundo da rede.

Por Correio
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11/10
às 02:42

O Brasil respeitou sua história. Nada de fazer jogo mole. Em São Paulo, nesta terça(10), a Seleção Brasileira bateu o Chile por 3x0 e terminou com chave de ouro as Eliminatórias Sul-Americanas. Para os chilenos, restará ver a Copa pela TV.

O primeiro lance de perigo foi dos visitantes. Vargas se antecipou à marcação e cabeceou com perigo. O Brasil respondeu com renato Augusto, de fora da área, em chute com muito veneno que tirou tinta do travessão de Bravo.

A Seleção, indiferente a quaisquer situações de rivais, jogava sério. E muito sério. Aos 15, a chance foi melhor ainda. Gabriel Jesus deixou Neymar de cara. O camisa 10 bateu de canhota, por baixo de Bravo, que salvou.

Depois dessa chance, o jogo esfriou. O Chile tentava usando a bola aérea em escanteio, que nunca foi seu forte, e o Brasil abusava um pouco da troca de passes. Aos 30, de longe, Neymar experimentou e a bola passou com algum perigo por cima do gol chileno.

Aos 38, a equipe brasileira teve outra ótima oportunidade para abrir o placar. Renato Augusto cruzou da esquerda, Gabriel Jesus subiu sozinho mas cabeceou em cima de Bravo.

Gols

Se a Argentina fazia sua parte em Quito (ver págs. 30 e 31), o drama chileno começou aos 9 minutos do 2º tempo. Daniel Alves bateu falta com veneno, Bravo soltou e Paulinho fez 1x0. De classificado, os chilenos passavam a ficar na repescagem. Só que dois minutos depois, Coutinho deu lançamento primoroso para Neymar, que tocou pra Jesus, sem goleiro, só empurrar pro gol. 

Fora da Copa naquele momento, o Chile ficou nervoso e o jogo ficou quente. Nem o gol da Colômbia contra o Peru, que colocou La Roja de volta na repescagem, alivou a carga. 

Tentando marcar, ao menos, um gol, o Chile colocou mais dois atacantes em campo e partiu pra cima, deixando brechas no contra-ataque. Num deles, Neymar bateu cruzado, mas a bola ficou na rede pelo lado de fora. No desespero, já que o Peru empatara, até o goleiro Bravo foi pra área aos 47. Deu errado. No rebote, Gabriel Jesus recebou lançamento, saiu sozinho e, sem goleiro, fez 3x0. Para o Chile restou o choro de ficar de fora da Copa. 

Nos outros jogos, a Argentina saiu atrás do Equador com um gol a menos de um minuto. MAs Messi msotrou porque é de outro planeta, fez três e colocou seu país na Copa. No Uruguai, a Celeste também começou perdendo mas, sem muita dificuldade, fez 4x2 na Bolívia. No jogo mais tenso da rodada, Peru e Colômbia ficaram no 1x1. Os colombianos se classificaram e os peruanos jogarão a repescagem contra a Nova Zelândia. 

Por Correio
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