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Esporte

15/06
às 02:46

Foi sofrido, suado e na raça, mas o Vitória conseguiu recuperar um jogo quase perdido, nesta quarta-feira (14), no Barradão. Num jogo em que estava perdendo por dois gols de diferença no intervalo, o Leão foi cima no 2º tempo e chegou ao empate em 2x2. 

O time, pelo menos no primeiro tempo, decepcionou. Com dois minutos, David recebeu a bola de Kieza, se livrou de dois e mandou uma bomba de fora da área, carimbando o pé da trave de Gatito, mas a superioridade durou pouco.

Com 15 minutos, os cariocas se impuseram. Chegaram com perigo com Pimpão, após lindo cruzamento de Arnaldo, e não demoraram a transformar o bom futebol em gol. 

Aos 29 minutos, Pimpão mandou um cruzamento certeiro para Bruno Silva. Thallyson falhou feio e, ao furar, viu o volante botafoguense abrir o placar e fazer 1x0. 

Confiante com o gol, o Botafogo foi pra cima e quase chegou ao segundo após Fred recuar mal para Fernando Miguel. Pimpão roubou a bola e bateu, mas Kanu salvou em cima da linha. 

A falha que resultou no gol do Botafogo aparentemente mexeu com Thallyson. Aos 41, falta para o Botafogo. João Paulo cobrou e Fernando Miguel tirou de soco. O lateral, que deveria marcar Bruno Silva, falhou de novo, deixou o volante passar com facilidade, cabecear e ampliar o placar para 2x0.

O Vitória ainda arriscou nos momentos finais do primeiro tempo com cruzamento de Thallyson para Neilton, mas o atacante cabeceou por cima do travessão. 

Respira fundo, Leão!

O intervalo foi importante para o Vitória, que voltou a campo  mais equilibrado. Aos 4 minutos, David arrancou para cima de Arnaldo e cruzou rasteiro para Gabriel Xavier. Victor Luis errou o bote e o meia, sozinho, chutou rasteiro na saída de Gatito e diminuiu: 2x1.

O Botafogo pressionou, apertou Fernando Miguel duas vezes após o gol, com jogada de Roger e tabelinha de João Paulo e Rodrigo Lindoso, mas não conseguiu ampliar. 

O Vitória precisava fazer valer sua força dentro do Barradão. Foi lá e fez. Aos 30 minutos, o Leão transformou a cara emburrada dos torcedores em um largo sorriso. 

Gabriel Xavier lançou André Lima na área e, o atacante, que não jogava há mais de um mês, deixou Kieza na cara do gol para empatar o jogo e soltar o grito da garganta da galera rubro-negra. 

No fim do jogo, Gabriel Xavier reclamou com o árbitro e foi expulso. Com isso, ele está fora do próximo jogo, domingo (18), contra o Sport, na Ilha do Retiro.

Por Correio
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05/06
às 08:14
 
O Campeonato Brasileiro está apenas na 4ª rodada, mas já começa a tirar o sono do torcedor do Vitória. No sábado (3), o rubro-negro perdeu de 2x1 para o Fluminense e chegou à terceira derrota consecutiva na competição – antes, perdeu para Corinthians e Coritiba, ambos por 1x0. O único ponto conquistado pelo rubro-negro foi na estreia, quando empatou em 0x0 com o Avaí, fora de casa. Até agora, o Leão sofreu quatro gols e marcou um.
 
Na época, o Leão não fez uma boa campanha. Conquistou 22 pontos em 24 partidas, com sete triunfos, oito empates e nove derrotas. Terminou o ano como 19º, à frente apenas de Criciúma, União São João, Cruzeiro, Remo e Náutico. Até 1994, os triunfos contabilizavam apenas dois pontos, diferente do regulamento atual, que garante os famosos três pontos à equipe vencedora.
 
Há 23 anos, a troca de treinador era um pedido de parte da torcida rubro-negra. Criticado na época pela campanha ruim na Série A, o uruguaio Sergio  Ramirez não resistiu à pressão e foi demitido após as três primeiras rodadas. No quarto jogo do torneio nacional, o time foi treinado por Fito Neves, que comandou o Vitória na sua melhor campanha em Brasileiros, em 1993, quando o Leão ficou na segunda posição.
 
O Leão tem mais uma chance de espantar a má fase e não repetir o filme de 1994. Na quinta-feira (8), o time do novo técnico Alexandre Gallo encara o São Paulo, às 19h30, no Morumbi. Coincidência ou não, naquele ano, o quinto jogo do Leão foi justamente contra o tricolor paulista, também fora de casa. O jogo terminou empatado em 2x2.
 
 
 
Por Correio
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01/06
às 03:41

Em seus tempos de glória, o atacante do Botafogo e da seleção brasileira Manuel Francisco dos Santos, ou simplesmente Mané Garrincha, era impossível de ser marcado. Com sua ginga, deixava frequentemente os adversários no chão. Morto em 1983, aos 49 anos, em decorrência do alcoolismo, ele foi sepultado no Cemitério de Raiz da Serra, distrito de Magé, na Baixada Fluminense. Hoje, três décadas após o funeral, o craque dribla, involuntariamente, quem procura por seus restos mortais. Parentes de Garrincha e a prefeitura de Magé confirmaram ontem que não sabem onde está enterrado o bicampeão mundial.

A administração do cemitério admite a hipótese de ter perdido os restos mortais de Garrincha durante um processo de exumação.

— Pelo que a gente pesquisou, não há a certeza de que ele está enterrado. Temos a informação de que o corpo foi exumado e levado para um nicho (gaveta no cemitério), mas não há documento que comprove isso — disse Priscila Libério, atual administradora do cemitério.

No local, existem duas sepulturas como o nome de Garrincha. A primeira é coletiva, e fica na parte baixa do cemitério. É onde o craque das pernas tortas foi originalmente foi sepultado. A segunda fica na parte superior. Distante 200 metros do primeiro túmulo, foi construída em 1985 pela prefeitura de Magé, que marcou o ponto com um obelisco.

Uma das filhas de Garrincha, Rosângela Santos diz que a família sofre sem saber onde ele está enterrado:

— Meu pai não merecia isso.

O corpo de Garrincha teria sido retirado há cerca de dez anos do túmulo onde foi originalmente sepultado. Segundo João Rogoginsky, de 70 anos, primo do jogador, outra pessoa da família morreu e precisou ser enterrada naquele jazigo. Ele disse ter recebido a informação, na época, de que a ossada do atleta foi retirada para ser colocada num nicho. Mas João não assistiu à exumação:

— E não deram para a família nenhum documento.

O prefeito Rafael Tubarão queria fazer uma homenagem ao craque, que completaria 84 anos em outubro. Ele procurou saber o local exato do sepultamento e recebeu da Secretaria de Ação Social um relatório de um recadastramento no cemitério que diz que o corpo foi exumado. O documento se baseia em informações de João e Rosângela, que não acompanharam o procedimento.

— Se a família concordar, faço exumação nas sepulturas. E um teste de DNA para saber se algum corpo é o de Garrincha — afirma Tubarão.

Por Ibahia
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31/05
às 04:00

Principal chamariz de votos da chapa que ganhou as últimas eleições do Vitória, no final do ano passado, o diretor de futebol Sinval Vieira começa a balançar no cargo. A pressão começou na torcida, que pediu a sua saída na derrota para o Coritiba na Fonte Nova, no sábado, e ganhou coro na sabatina realizada por conselheiros na noite da última segunda-feira (29).

O presidente Ivã de Almeida também não escapou das cobranças. Em meio às críticas direcionadas a Sinval, bancou o seu diretor de futebol. Como produto da sabatina, um grupo de conselheiros começou a circular na noite desta terça-feira (30) uma petição para o impeachment de Ivã.

Até a noite desta terça, a petição tinha 18 assinaturas. Segundo o artigo 36, inciso IV do estatuto do clube, é preciso o apoio de 2/3 dos conselheiros – na gestão atual, seriam 134 assinaturas.

Petkovic também foi alvo da sabatina, mas o diretor foi quem ‘sangrou’ de fato. Alguns conselheiros, segundo apurou CORREIO, criticaram duramente a gestão e os métodos de Sinval. Diante da pressão, o diretor chegou a colocar seu cargo à disposição.

O presidente Ivã de Almeida, então, intercedeu imediatamente. Elogiou o trabalho de Sinval no futebol e bancou sua permanência. Vice-presidente, Agenor Gordilho prometeu renunciar ao cargo caso o diretor deixasse o futebol.

Petkovic valorizado

O técnico Petkovic, por outro lado, saiu com moral da sabatina, até mesmo ‘blindado’ pelos conselheiros. Num dos poucos trechos da transmissão ao vivo do Conselho Deliberativo que não teve seu áudio cortado, foi possível ouvir o ex-presidente do clube, Raimundo Viana, elogiando a explanação do treinador sobre o seu método de trabalho.

“Hoje vim para cá com um ‘zumzumzum’ de crise. Mas vi nosso ídolo descorrer sobre seus planos de trabalho, suas ideias. Fiquei muito satisfeito. Quero fazer um apelo: Pet, que Deus lhe proteja para você levantar a moral do nosso time. Você foi jogador e sabe que não há nada pior do que um grupo desmotivado, que olha para o chão quando você faz preleção. Consiga isto e vamos ganhar do Fluminense”, disse.

A impressão dos conselheiros com quem CORREIO conversou foi de que o sérvio mostrou domínio de ferramentas e processos modernos para observar jogadores e comandar o time. Uma contraposição, supostamente, ao estilo de Sinval. O diretor de futebol, inclusive, deixou a reunião antes do seu final, enquanto o técnico recebeu cumprimentos da maioria na saída.

Por ora, Sinval e Pet continuam nos seus cargos com respaldo da direção. A pressão pode aumentar: o Vitória enfrenta o Fluminense, no sábado, e o São Paulo, na quinta-feira, ambos fora de casa.

Por Correio
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31/05
às 03:55

Com a reapresentação marcada para a tarde desta quarta-feira (31), a atividade do Bahia será comandada pelo auxiliar do clube, Preto Casagrande, que assume o time interinamente. A direção, no entanto, tem pressa para definir o nome do novo treinador, que tem grandes chances de já estrear no comando da equipe na próxima segunda-feira (5), diante do Atlético Goianiense, às 20h, na Fonte Nova. Três nomes estão cotados para assumir o cargo deixado por Guto Ferreira. 

O primeiro deles e de maior força no momento é o de Jorginho, 52 anos, que foi auxiliar de Dunga na Copa do Mundo de 2010 e treinou Goiás, Figueirense, Ponte Preta, Flamengo e Vasco, além do Kashima Antlers, no Japão e Al Wasl, no Emirados Árabes. Como jogador, ele foi tetracampeão mundial com a Seleção Brasileira na Copa de 1994, nos Estados Unidos. 

Na seu último trabalho, pelo Vasco, foi rebaixado em 2015, apesar de ter feito uma boa campanha de recuperação na Série A, mas conquistou o acesso no ano seguinte, em 2016, junto com o Bahia, além de ter ficado com o título carioca no ano passado.

A outra opção é o experiente Levir Culpi, 64 anos, que é um desejo antigo da diretoria tricolor. Ano passado, antes mesmo de anunciar Doriva para iniciar 2016, o tricolor fez proposta pelo ex-técnico do Atlético Mineiro, que recusou. Campeão da Copa do Brasil e Recopa Sul-Americana pelo Galo em 2014, Levir assumiu o Fluminense em março do ano passado e conquistou o título da Primeira Liga, mas acabou demitido na 34ª rodada da Série A, após derrota por 4x2 para o Cruzeiro. 

O baiano Cristóvão Borges, de 57 anos, é o nome que corre por fora. Técnico do Bahia em 2013, sendo um dos responsáveis por evitar o rebaixamento do clube naquele ano conturbado com intervenção presidencial, ele não vive um bom momento profissional. Quando deixou o Bahia, fez um trabalho de regular para bom no Fluminense em 2014, terminando a Série A na sexta posição. 

Depois disso, passou por Flamengo, Atlético Paranaense, Corinthians e Vasco da Gama, ainda este ano, mas deixou o clube carioca após a eliminação precoce na terceira fase da Copa do Brasil para o Vitória. 

Em entrevista ao programa Os Donos da Bola, Marcelo Sant’Ana falou sobre a procura por novos treinadores e garantiu: “Nós não vamos procurar treinadores que estejam empregados”. Vale lembrar que ano passado, após a saída de Doriva, o Bahia foi buscar Guto Ferreira, que até então era técnico da Chapecoense no Brasileirão da Série A.

Por Correio
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25/05
às 03:33
Pela forma como tudo começou, não poderia terminar diferente. Uma recepção inesquecível aos jogadores. O gol de Edigar Junio, que saiu aos 12 minutos, foi o suficiente. Com a dose de emoção que lhe é peculiares, o Bahia mostrou por que é o maior do Nordeste, como o mosaico dizia antes da partida.
 
Foram 15 anos de espera, mas cada minuto, certamente, valeu a pena para o torcedor, que pôde finalmente soltar o grito de tricampeão do Nordeste após o triunfo de 1x0 sobre o Sport, na Arena Fonte Nova.
 
A primeira boa chance do jogo foi do Bahia. Allione iniciou a jogada em lance individual, a bola chegou até Edigar Junio, que protegeu e cruzou para Régis cabecear para fora. 
 
Com três zagueiros, o Sport explorava as jogadas pelos lados do campo, principalmente com Mena, pelo lado esquerdo. O grito ensurdecedor das arquibancadas, no entanto, empurrou o tricolor até o primeiro gol.
 
O colombiano Pablo Armero avançou pela esquerda e lançou para Edigar Junio, que dominou, girou em cima de Matheus Ferraz e com um lindo toque de cobertura no goleiro Magrão, fez a Fonte Nova balançar como há muito tempo não se via. Belo gol do camisa 11 tricolor. 
 
Melhor em campo, o Bahia não diminui o ritmo mesmo com a vantagem no placar. Em bom passe de Eduardo, Régis errou o domínio, mas a bola resvalou no zagueiro do Sport e sobrou limpa para o meia tricolor chutar forte e acertar a rede pelo lado de fora.
 
Enquanto a arquibancada seguia fervendo com os cantos da torcida, dentro de campo o jogo deu uma esfriada. Muita marcação dos dois lados e lances até mais duros, que geraram cartões amarelos para Régis e Rogério. 
 
Em cobrança de falta do argentino Allione, quase o segundo gol saiu. Edigar Junio apareceu sozinho no segundo pau e testou com força, porém a bola explodiu na trave e saiu. Foi por muito pouco. 
 
 
Ao tentar um drible dentro da área, Rogério se jogou para simular um pênalti. O árbitro Francisco Carlos Nascimento aplicou a regra e deu o segundo cartão amarelo, que terminou na expulsão do jogador aos 32 minutos. O atacante saiu de campo sem reclamar. 
 
Mesmo com um jogador a mais, o Esquadrão desperdiçou alguns contra-ataques e não conseguiu criar mais boas chances até o final do primeiro tempo. O time saiu aplaudido de campo. 
 
Segundo tempo
 
O Bahia voltou com tudo para o segundo tempo e chegou a marcar um gol com Edigar Junio, que aproveitou o chute cruzado de Armero e, mesmo sentado, cabeceou para o gol, só que o bandeirinha marcou impedimento do atacante.
 
Absolutamente em cima, o time de Guto Ferreira teve duas boas oportunidades seguidas. Na primeira, Régis recebeu lançamento de Jean, esperou a bola quicar e chutou forte, obrigando Magrão a fazer boa defesa e espalmar para escanteio. Depois, Allione invadiu a área pelo lado direito e cruzou rasteiro para Edigar Junio finalizar de primeira e novamente Magrão defender, dessa vez com os pés. 
 
Enquanto isso, na arquibancada da Fonte, a torcida revezava os cânticos emanando o tradicional“Vamos ser tri, Esquadrão” e se declarando com o “Sabe, eu sou Baêa, com muito orgulho, com muito amor”. Só pararam de cantar para gritar o nome de Renê Junior, mais uma vez o dono do meio de campo, que saiu de para a entrada de Juninho.
 
Após minutos de agonia com as equipes se revezando em chances perdidas (o Bahia muito mais), o apito final soou como o som mais bonito que poderia haver no momento
 
Por Ibahia
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18/05
às 03:32

Começou a contagem regressiva a partir de agora até o segundo jogo da final. Bahia e Sport deixaram um gostinho de quero mais aos seus torcedores após um empate em 1x1 de tirar o fôlego na Ilha do Retiro, no Recife, na noite desta quarta-feira (17). O tricolor saiu na frente com Juninho, mas sofreu o empate com um gol de outro Juninho, do time da casa. Resta esperar a próxima quarta-feira (24), quando tudo será definido na Fonte Nova.

Em meio a uma Ilha do Retiro pulsante, foi o Bahia que tomou a iniciativa da partida. Com uma marcação bem encaixada, o time de Guto Ferreira dificultava as ações do Sport, que não conseguiu criar nos primeiros minutos.  

A primeira boa chance foi tricolor. Renê Júnior encontrou Zé Rafael na direita, que passou para Eduardo cruzar rasteiro, mas Magrão se antecipou a Edigar Junio e conseguiu fazer a defesa. 

A resposta dos donos da casa foi na bola parada. Aos 12 minutos, Fabrício cobrou falta pelo lado direito, Matheus Ferraz subiu mais que a zaga tricolor e cabeceou na trave. A partir daí o Sport cresceu. Lucas Fonseca saiu jogando errado e entregou nos pés de Diego Souza. O meia levantou com categoria pra Rogério emendar de voleio e obrigar Jean a fazer grande defesa. 

Eram 26 minutos quando a dupla Diego Souza e Rogério voltou a aparecer. O camisa 87, com uma casquinha, deixou o atacante rubro-negro no mano a mano com Eduardo. Ele puxou para o pé direito e colocou no canto esquerdo de Jean. A bola passou perto, mas saiu pela linha de fundo

Pressionado, o Bahia não conseguiu mais trocar passes, tendo em Juninho um dos que mais erravam nesse quesito. O tricolor só voltou a assustar aos 36 minutos, quando Allione tabelou com Edigar Junio, invadiu a área e caiu na disputa com Magrão. O árbitro mandou o lance seguir. 

Teve mais polêmica no final do primeiro tempo. Juninho cobrou escanteio, a zaga do Sport afastou mal, Zé Rafael pegou de primeira e mandou para o fundo das redes. No entanto, a arbitragem entendeu que Renê Júnior - que estava em posição irregular - participou do lance e anulou o gol. Detalhe é que Renê nem fez menção de ir pra bola.

As equipes voltaram sem mudanças para o segundo tempo, e o Bahia chegou com perigo em jogada de Eduardo, que chutou forte e Magrão espalmou. Em minoria, a torcida tricolor sobrepôs a maioria rubro-negra aos 11 minutos.

Matheus Reis tabelou com Zé Rafael e cruzou, Edigar brigou pela bola, que sobrou limpa para Juninho soltar um foguete e abrir o placar: 1x0. 

A partir daí só se ouviam o batuque e a festa baiana em meio ao silêncio pernambucano. A zoada só não ficou maior graças a Magrão. O goleiro do Sport impediu de forma milagrosa que Edigar Junio, de cabeça, ampliasse. Antes, ele já tinha defendido um chute colocado de Juninho.

A torcida da casa só se manifestava para chamar o técnico Ney Franco de burro. Surpresa na escalação inicial, Matheus Sales acabou substituído por Feijão aos 31 minutos por cansaço.

O jogo parecia sob controle do Bahia. A bola parada era o único recurso do Sport e foi justamente através dela que o time conseguiu o empate. Após cobrança de escanteio, Juninho se antecipou, desviou de cabeça e fez 1x1.

 

O gol reacendeu a Ilha, que empurrava o time da casa em busca da virada. Guto Ferreira tentou recolocar o Bahia no jogo com a entrada de Gustavo no lugar de Allione. Mas foi só. Empate nos primeiros 90 minutos e muita emoção guardada para a próxima quarta-feira. 

Por Correio
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17/05
às 03:41

O Jornal Folha do Estado da Bahia apresenta a 4° CORRIDA DE FEIRA, uma corrida de rua voltada para todos os praticantes da modalidade e tem como objetivo proporcionar a socialização, aliando a prática esportiva com muita animação.

A 4ª edição da prova será realizada no dia 04 de junho de 2017 com largada em frente à  Prefeitura Municipal, na Avenida Getúlio Vargas, às 07:00h. O percurso contemplará as Avenidas Getúlio Vargas e Noide Cerqueira. Com percursos de 21 km, 10 Km e 5 km, o circuito será realizado em duas das principais avenidas da cidade de Feira de Santana-Ba e será montada uma estrutura de apoio com posto médico, guarda-volumes, posto de hidratação e frutas, entrega de medalhas de participação e premiação dos vencedores.

A retirada de kit será realizada no dia 03 de junho de 2017 de 09:00h as 21:00h em local a ser definido.  Será necessário a apresentação do documento de identificação e o comprovante de inscrição.

Obs. Caso a Av. Getúlio Vargas esteja em obras por conta do projeto do BRT e impossibilite o evento, a prova será transferida na totalidade para Av. Noide Cerqueira.

Por Folha do Estado
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17/05
às 03:26

O Bahia não vai poder contar com Régis em um dos jogos mais importantes do ano. Suspenso para a primeira final da Copa do Nordeste, nesta quarta-feira (17), contra o Sport, o meia não poderá entrar em campo, mas fez questão de viajar com o grupo para Recife.

Recebido com cantos de '59 é nosso, 88 também', o jogador foi uma das atrações do Encontro de Embaixadas no Recife, que contou ainda com a presença do mascote e a exibição da taça de 1988, além de sorteio de brindes.

"Nesse momento, a gente precisa estar junto. É um momento de decisão. Toda energia positiva vai fazer a diferença. Não pensei duas vezes antes de vir e espero ver o time com toda força em busca desse resultado. É decisão fora de casa. Temos que levar a vantagem para Salvador", disse ele, que deu conselho aos atletas. "É uma decisão. Precisa ter atenção o tempo todo. Não tem bola perdida. Tem que brigar o tempo todo e, quando tiver a oportunidade, fazer o gol. Já passei tudo pro Guto, tenho conversado com os companheiros. É difícil jogar na Ilha, mas o time está concentrado e sabe o que tem que fazer em campo", completou ele, que jogou pelo Sport em 2014 e 2015 e ainda tem contrato com a equipe pernambucana.

Surpreso com a euforia do torcedor tricolor que mora em Pernambuco, o meia falou sobre o carinho que recebeu ao chegar ao encontro com a Embaixada. "É muito legal a energia, a paixão que eles têm pelo Bahia. Isso só nos motiva e nos dá força para fazer o melhor pelo clube e para eles. Eu fico triste por estar de fora de um jogo tão importante como esse. Em um momento de felicidade, acabei não pensando. Fui na euforia, no momento de alegria por fazer gol decisivo, e fui suspenso. Agora fico torcendo de fora, com o coração apreensivo, mas mandando energia positiva e força o tempo todo", contou.

Apesar de ainda sentir um incômodo na coxa, o meia finalizou o papo com uma boa notícia para o torcedor do Bahia: estará em campo no dia que um dos clubes erguerá a 'Orelhuda', como é conhecida a taça de campeão da Copa do Nordeste. "Estou em tratamento por precaução. Não é nada grave. Na quarta (24) estarei 100% e em campo para ajudar o Bahia em busca desse título".

Por Correio
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15/05
às 06:47
Vitória e Avaí protagonizaram o único 0x0 da primeira rodada do Brasileirão até aqui, em jogo realizado no estádio da Ressacada, em Florianópolis, neste domingo (14).
 
O rubro-negro teve duas boas chances de ganhar a partida, mas parou na trave em ambas. No primeiro tempo, em chute de Willian Farias. Na etapa final, Paulinho também acertou a trave do goleiro Kozlinski. 
 
No entanto, quem saiu reclamando de campo foi o Avaí, devido a um lance em que o zagueiro Renê, do Vitória, escorregou e acabou derrubando o atacante Júnior Dutra dentro da área. O árbitro, no entanto, deixou o lance seguir.
 
O empate deixa o Leão em 10º lugar no momento. O Vitória voltar a jogar no próximo domingo (21), contra o Corinthians. Esta partida e a seguinte, contra o Coritiba (dia 27), serão na Fonte Nova, devido a obras no Barradão.
 
Por Ibahia
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