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21/04
às 18:14
 
Feira de Santana registou o primeiro caso de tentativa de suicídio decorrente do jogo 'Baleia Azul', que tem como objetivo acabar com a própria vida dos seus próprios participantes depois que eles superam 50 desafios. 
 
A mãe de uma adolescente de 14 anos, que não quis se identificar, relatou que, após sua filha apresentar sintomas atípicos resolveu procurar a delegacia para fazer uma denúncia. 
 
"Eu vi na TV uma orientação de uma psicóloga para nós, pais, denunciarmos esse grupo que incentiva o jogo. Eu recebi um link alertando para esse jogo e pedindo para conversar com os filhos e, ainda sem saber de nada, mandei para ela e ela me mandou uma foto do braço cortado. Quando eu perguntei porque ela tinha se cortado ela começou a chorar e disse que tinha perdido quatro desafios [do jogo]. Procurei a escola e soube que ela já tinha conversado com a psicóloga, porém pra mim ela negou e não me disse absolutamente nada", relatou. 
 
Ainda segundo a mãe da jovem, a filha há um tempo estava ficando durante muito tempo dentro do quarto, só saia para ir à escola. "Aparentemente ela está normal. Só após eu receber o link comecei a perceber as mudanças de comportamento. Eu já tentei procurar esse grupo e não consigo ter acesso", disse. 
 
"Depois que eu descobri,  ela está mais quieta, mais retraída, não está mais brincando tanto com a irmã e também está triste. Tanto que vai continuar com o acompanhamento psicológico na escola", finalizou. 
 
O jogo
 
O jogo consiste em uma série de 50 desafios diários, enviados à vítima por um "curador". Há desde tarefas simples como desenhar uma baleia azul numa folha de papel até outras muito mais mórbidas, como cortar os lábios ou furar a palma da mão diversas vezes. Em outra tarefa, o participante deve "desenhar" uma baleia azul em seu antebraço com uma lâmina. Como desafio final, o jogador deve se matar.
 
O "curador" é quem envia ao participante do jogo os 50 desafios que ele deve cumprir diariamente até chegar ao suicídio. Se condenado, ele pode ficar preso por mais de 40 anos. (3 anos por associação criminosa, 8 anos por lesão grave, 6 meses por ameaça e 30 anos por homicídio).
 
Por De Olho na Cidade

 

21/04
às 02:41

Durante visita a Feira de Santana nesta quinta-feira (20), o secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia e ex-governador do estado, Jaques Wagner, disse estar tranquilo em relação às suspeitas levantadas contra ele nas últimas delações premiadas da Operação Lava Jato.   

De acordo com depoimentos recentes de Carlos José Fadigas de Souza Filho e Marcelo Odebrecht, Wagner recebeu cerca de US$ 12 milhões para campanha de reeleição ao governo da Bahia em 2010. O secretário teria concedido benefícios fiscais associados ao pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para favorecido a construtora Odebrecht.

A denúncia foi encaminhada pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), à Justiça Federal da Bahia.

“Por enquanto só tem notícias de delatores que, para se livrar da prisão, dizem o que querem, Estou muito tranquilo. As doações de campanha foram feitas e escrituradas. Quero saber qual o delator que tem uma obra superfaturada na Bahia. Eles doaram para campanha, mas não apontam nenhuma obra”, afirmou  Wagner. 

Por De Olho na Cidade

 

21/04
às 02:39

O prefeito José Ronaldo de Carvalho (Dem) divulgou na tarde desta quinta-feira (20) as principais atrações para a Micareta de Feira de Santana. O anúncio foi feito no Paço municipal, reunindo profissionais da imprensa e organizadores da festa. A Micareta acontece de 18 a 21 de maio.

Segundo o prefeito, nenhum bloco que costumava contratar grandes atrações desfilará na avenida este ano. Para ele, esse fato valoriza o caráter popular da festa. “Não haverá cordas na avenida. Cem por cento das atrações será para o ‘folião pipoca’. Será uma festa democrática e traremos grandes nomes da música”, disse o prefeito.

A ausência dos grande blocos na Micareta tem como um dos motivos o cenário econômico. Os organizadores alegam dificuldades financeiras, principalmente para captar patrocínios. Outro motivo é a ascensão dos grandes camarotes, que têm contratado atrações de peso para os espaços.

Entre as mudanças para este ano está a escolha de uma produtora, através de licitação, para que ela organize a grade das atrações nos casos de artistas e bandas com cachê de até R$ 8 mil.  

Outra novidade da Micareta é o fim das barracas de bebidas que eram instaladas ao longo da Avenida presidente Dutra (circuito Maneca Ferreira). Agora os vendedores vão receber kits da Prefeitura – com caixas térmicas e sombreiros – e poderão circular no circuito com as mercadorias.

O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Edson Borges, informou que a grade das atrações locais será divulgada nos próximos dias.

Confira as atrações divulgadas nesta quinta-feira para a Micareta 2017:

Quinta-feira (18)

É o Tchan

Chicabana

Os Bambaz

Tayrone

Sexta-feira (19)

Saulo Fernandes

Harmonia

Amanda Santiago

Robisão

Jammil

Sábado (20)

Pablo

Psirico

Aline Rosa

Edson Gomes

Banda Eva

Domingo (21)

Timbalada

Léo Santana

Alavontê

Cheiro

Armandinho, Dodô e Osmar

Carla Perez

Tio Paulinho 

Por Secom

 

21/04
às 02:35

A passagem da estudante Emilly Araújo no Big Brother Brasil foi bastante polêmica. Ela manteve um relacionamento com Marcos, mas o cirurgião acabou sendo expulso após a constatação de que teria agredido sua parceira no confinamento.

Até o final do programa, Emilly negava as agressões, mas segundo delegada titular da Deam (Delegacia Especializada no Atendimento a Mulher) Jacarepaguá, Viviane Costa, ela confirmou que foi agredida por Marcos. A declaração foi feita com exclusividade ao iG.

Segundo a delegada, após a investigação, o depoimento de Emilly, as imagens fornecidas pela Rede Globo e o teor do laudo pericial positivo, ficou claro que houve o crime, as agressões intencionais que causaram lesões da vítima, e o cirurgião acabou sendo indiciado.

Agora, cabe a promotoria decidir se fará uma denúncia formal de agressão, e um relatório com a investigação já foi encaminhado para o Ministério Público. “Cabe ao Ministério Público apreciar e oferecer ou não a denúncia ao Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher”, diz a delegada.

Por Correio

 

21/04
às 02:32

O corpo da adolescente Ana Vitória Sena de Oliveira, 15 anos, foi encontrado boiando em uma das margens do Rio São Francisco, na cidade de Petrolina (PE), na tarde desta quinta-feira (20). Ela morava no município de Juazeiro, no Vale do São Francisco na Bahia, e estava desaparecida desde a segunda-feira (17). A família da jovem suspeita que a morte tenha relação com um jogo conhecido como Baleia Azul em que o participante precisa tirar a própria vida, no final.  

Segundo o delegado de Juazeiro, Flávio Martins, o corpo de Ana Vitória não apresentava sinais de violência aparente e a suspeita é de que a causa da morte seja por afogamento. Ela foi encontrada por pescadores da região. 

"O corpo estava no rio, na margem de Petrolina, por isso a polícia de lá foi quem fez o resgate e está fazendo a necropsia. Ela estava com a carteira de identidade no bolso e não apresentava sinais de violência. O perito vai confirmar se a morte foi mesmo por afogamento. Estamos aguardando o laudo para avançar na investigação", afirmou.

Antes de desaparecer, Ana Vitória deixou um bilhete para os pais e o namorado em que pede desculpas e diz que "vai voltar para onde nunca deveria ter saído". A adolescente diz ainda que "neste momento estou pulando da ponte". Os familiares encontraram no celular dela o jogo que determina 50 passos para um suicídio.

A Polícia Federal informou que está investigando quem são os administradores do jogo. Os primeiros relatos sobre o Baleia Azul surgiu em 2015, na Rússia, e existe a suspeita de que ele tenha ramificações também nos Estados Unidos, onde curadores estariam administrando grupos fechados do jogo com a participação de brasileiros. 

Família

O jogo é realizado através do Facebook. Nele, uma pessoa envia uma mensagem para o aparelho da vítima e propõe 50 desafios, entre eles, mutilações no próprio corpo. Segundo a irmã da adolescente, Maria Daniela, a jovem tentou se cortar com giletes no domingo - essa é uma das etapas do jogo. "Tinha mensagens de pessoas desconhecidas e, pela conversa, parecia que ela estava jogando Baleia Azul", afirmou ao CORREIO, na quarta-feira.  

Nesse mesmo dia, a coordenadora regional da Polícia Civil de Juazeiro, Ligia Nunes, comentou o caso. Ela disse que a família formalizou o desaparecimento na tarde de quarta, mas que ainda não há como vincular o caso ao jogo Baleia Azul. 

"Os familiares desconfiam da possibilidade dela ter ingressado no jogo da Baleia Azul, mas nada está confirmado, nem mesmo o suicídio. Só poderemos ter certeza do que aconteceu, quando concluirmos as investigações, mas nenhuma hipótese está sendo descartada", afirmou a delegada, na época.

Por Correio

 

20/04
às 11:23
 
A reforma da Previdência vai mexer, entre outros pontos, com a quantidade de dinheiro que o brasileiro recebe no final da vida. As novas regras apresentadas ontem no parecer final do relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA), na comissão especial da Câmara dos Deputados, apontam para uma aposentadoria ainda menor. Isso porque, de acordo com o relatório, o cálculo do benefício passa a considerar 100% de todos os salários de contribuição do trabalhador e não 80% dos maiores salários, como ocorre atualmente.
 
Pela lei atual, os menores salários, geralmente recebidos no início de carreira, são descartados, o que acaba elevando a base de cálculo do benefício, explica o advogado e especialista em Direito Previdenciário João Badari. “Agora, com a conta feita em cima da média de todos os valores recolhidos, a média dos benefícios sofrerá um prejuízo”, afirma o especialista.
 
A ideia do governo, no entanto, é reduzir as despesas com o pagamento de benefícios, mesmo que a mudança represente perdas aos trabalhadores. A nova regra tende ainda a beneficiar quem tem mais tempo de contribuição e estimular os brasileiros a ficar mais tempo na ativa. A economia estimada pela equipe econômica do governo, caso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) seja aprovada no Congresso, é de R$ 630 bilhões em 10 anos.
 
IDADE MÍNIMA PROGRESSIVA
 
Outro ponto detalhado ontem no parecer final foi a idade mínima progressiva para a regra de transição da aposentadoria. A idade mínima começará em 53 anos para mulheres e 55 anos para os homens e será elevada gradativamente, um ano a cada biênio, a partir de 2020. Isso até 2036, quando a idade mínima das mulheres atinge a regra permanente, de 62 anos, e 2038, no caso dos homens (mínima de 65 anos).
 
Com a mudança anunciada pelo relator em sua proposta, a regra de transição para as mulheres acaba em 2036, um prazo menor do que o estabelecido para os homens, em 2038. A proposta inicial do relator para a transição das mulheres – já abandonada – contemplava uma transição mais lenta, que iria até 2038.
 
Isso foi possível porque o relator acelerou o crescimento da idade mínima progressiva para a aposentadoria das mulheres. Antes, ela adicionava 11 meses a cada dois anos. Agora, são 12 meses a cada dois anos. Ou seja, em 2020,  a idade mínima passa a ser 54 anos para mulheres e 56 para os homens. “Passamos [a progressão] para um ano para ficar uma conta redonda”, disse Arthur Maia.
 
CÁLCULO DO BENEFÍCIO
 
Segundo a proposta do relator, o cálculo do benefício parte de uma base de 70% da média de salários para quem contribuir o tempo mínimo de 25 anos e com ganhos crescentes ao longo do tempo. A ideia do governo federal é estimular a permanência do trabalhador na ativa por mais tempo.
 
Entre 25 e 30 anos de contribuição, o ganho anual adicional será de 1,5 ponto percentual. Dos 30 aos 35 anos de contribuição, o acréscimo é de 2 pontos percentuais. Já dos 35 anos até os 40 anos de contribuição, serão adicionados 2,5 pontos percentuais a cada ano, chegando então a 100% do benefício.
 
Levando em consideração essas regras, uma pessoa com salário médio de R$ 1.500 (calculado sobre 100% de todos os salários de contribuição) que se aposentar com o mínimo de 25 anos de contribuição receberia um benefício de R$ 1.050, segundo o coeficiente de 70% proposto na reforma. Já se o mesmo trabalhador contribuir por 40 anos para a Previdência, poderá se aposentar recebendo 100% do salário, correspondente aos R$ 1.500. Veja mais simulações de aposentadoria abaixo.
 
OUTRAS MUDANÇAS
 
Um dos pontos que o próprio relator chamou de “surpresa” foi a idade mínima para aposentadoria rural das mulheres, estabelecida em 57 anos. Para os homens ficou definida a idade de 60 anos, ambos com contribuição de pelo menos 15 anos à Previdência.
 
Para os parlamentares, o relator apresentou a idade mínima de 60 anos, subindo a partir de 2020 até o limite de 62 anos (mulher) e 65 (homem) com contribuição mínima de 35 anos. Além disso, os detentores de mandato eletivo passam a ser obrigatoriamente vinculados ao Regime Geral da Previdência Social (INSS) e a aplicação das novas regras é imediata aos detentores de novos mandatos eletivos, desde que já não sejam vinculados ao regime de previdência parlamentar da casa para a qual se reelegeram.
 
Sobre as pensões, ficou definido no relatório que elas devem ser vinculadas ao salário mínimo. Há ainda a possibilidade de cumular uma pensão e uma aposentadoria até o limite de dois salários mínimos. 
 
A votação do parecer do deputado Arthur Maia (PPS-BA) sobre a reforma da Previdência na comissão especial da Câmara foi adiada para o dia 2 de maio, segundo um acordo firmado entre governo e oposição na sessão de ontem. A votação começará um dia após os protestos das centrais sindicais contra a reforma durante o Dia Mundial do Trabalhador, comemorado em 1º de maio.
 
Para o relator, no entanto, a votação nesta data não representa riscos. “O protesto vai ser dentro da Comissão?”, ironizou o deputado. Ele avaliou como favorável o acordo fechado entre as lideranças governistas e a oposição para o início da votação no dia 2 de maio, sem obstrução até lá. “Desde quando fazer acordo é derrota? É um acordo favorável para votar a PEC”, declarou. 
 
SIMULAÇÕES
 
SALÁRIO MÉDIO DE R$ 1.500
 
25 anos de contribuição: Coeficiente de 70%, benefício de R$ 1.050,00 
 
30 anos de contribuição: Coeficiente de 77,5%, benefício de R$ 1.162,50 
 
35 anos de contribuição: Coeficiente de 87,5%, benefício de R$ 1.312,50 
 
40 anos de contribuição: Coeficiente de 100%, benefício de R$ 1.500,00 
 
SALÁRIO MÉDIO DE R$ 3 mil
 
25 anos de contribuição: Coeficiente de 70%, benefício de R$ 2.100,00
 
30 anos de contribuição: Coeficiente de 77,5%, benefício de R$ 2.325,00
 
35 anos de contribuição: Coeficiente de 87,5%, benefício de R$ 2.625,00
 
40 anos de contribuição: Coeficiente de 100%, benefício de R$ 3.000,00
 
(Obedecendo a idade mínima de 65 anos para homem e 62 anos para mulher). 
 
Por Correio

 

20/04
às 11:19
A partir deste ano, 30 de agosto será lembrado como o Dia Nacional do Perdão. A lei que institui a data foi sancionada ontem (19) pelo presidente Michel Temer e publicada hoje (20) no Diário Oficial da União.
 
O projeto de lei foi aprovado em abril de 2015 na Câmara dos Deputados e no último dia 28 nos Senado Federal. A deputada Keiko Ota (PSB-SP), autora do texto, escolheu a data em alusão ao dia da morte de seu filho, Ives Ota, sequestrado e assassinato aos 8 anos.
 
Na justificativa para o PLC 31/2015, Keiko afirma que o objetivo é propor uma reflexão sobre o tema, além de ressaltar a luta de diversos movimentos sociais e parentes por justiça. Ela e o marido, Masataka Ota, fundaram, em 1997, o Movimento Paz e Justiça Ives Ota.
 
“Lembro a memória de meu filho, Ives Ota, sequestrado e assassinado brutalmente aos 8 anos. Eu e meu marido, Masataka Ota, perdoamos aqueles que causaram esse mal à minha família”, destacou a deputada.
 
Ives Ota foi sequestrado em casa, na zona leste de São Paulo, em agosto de 1997. Por ter reconhecido um dos homens, que era policial militar e fazia bico como segurança em uma loja da família, o garoto foi morto na madrugada do dia seguinte. Mesmo depois da execução, o grupo continuou negociando o resgate. Os três envolvidos no caso foram condenados.
 
Por Agência Brasil

 

19/04
às 03:25

A conta de energia elétrica vai ficar mais cara para os baianos. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu hoje (18) as novas tarifas aplicadas pela Coelba, que entram em vigor a partir do dia 22 de abril, com um aumento médio de 3%. A mudança, de acordo com a concessionária, deve começar a ser percebida pelos quase seis milhões de clientes nas faturas recebidas a partir de maio. Para os consumidores residenciais, o aumento da tarifa será de 2,77%. No caso dos clientes industriais e comerciais de médio e grande porte, o reajuste médio será de 3,5%.

Segundo a Coelba, a concessionária encaminha para a Aneel as informações necessárias para o cálculo da tarifa, mas o reajuste segue uma fórmula em que a parcela referente ao serviço de  distribuição é atualizado. Além dos valores fixados pela Aneel, também são cobrados na conta de energia os impostos, como ICMS, PIS e Cofins, além das Bandeiras Tarifárias. 

Este mês, por exemplo, a bandeira vigente é a Vermelha Patamar 1, que aumenta R$ 3 a cada 100kWh. Nas contas de luz, os consumidores ainda pagam a  Contribuição de Iluminação Pública (CIP), que é repassada às prefeituras municipais.

Impacto do aumento

Apesar do valor estar abaixo da inflação, que fechou o ano de 2016 em 6,29%, o reajuste não foi visto com bons olhos pelo segmento industrial. “O setor tem registrado decréscimo na produção dos últimos anos por conta da crise. Nesse contexto, qualquer aumento é negativo. É um aumento que vai incidir em uma atividade econômica que ainda está deprimida”, pontua o coordenador do Conselho de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado da Bahia – Fieb, Marcos Galindo.

O quanto o reajuste pode representar no produto final, de acordo com o coordenador, vai depender de quanta energia é utilizada na industrialização daquele produto. “Nesse sentido, as indústrias de mineração, celulose, petroquímica e de panificação devem ser mais impactadas, porque têm um componente de uso de energia mais elevado”, explica.

Por Correio

 

19/04
às 03:23

Após protesto de policiais civis na tarde de hoje (18) em frente ao Congresso Nacional, o relator da proposta de reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), disse que vai reduzir em cinco anos a idade mínima para a aposentadoria dos policiais. Com isso, a idade inicial passaria para 55 anos, em vez dos 60 anos propostos inicialmente pelo relator.

Maia deu a declaração após receber uma comitiva de manifestantes. Segundo o deputado, as mudanças ainda estão em estudo. “Temos um caso muito próprio para os policiais. O que estamos tentando fazer é um desenho de primeiro estabelecer, já, agora, uma idade mínima. Não pode deixar de ter uma idade mínima, ela seria alguma coisa em torno de 55 anos, que é o mesmo que está valendo para as outras categorias”, disse.

A ideia do relator é construir uma proposta que consiga vincular os policiais às regras para a aposentadoria dos militares, que foram retiradas da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, que trata da reforma da Previdência. O governo comprometeu-se a apresentar em maio novo projeto para tratar da aposentadoria dos militares.

“Os policiais, com uma certa razão, fazem questão de fazer uma certa vinculação à PEC que vai tratar dos militares. Eles acham que a idade definitiva deve ser algo próximo ao que será colocado na PEC dos Militares”, afirmou o relator. Ele explicou que pode ser feita uma vinculação da regra permanente da aposentaria do policial com a dos militares, uma vez que, necessita-se de esforços físicos semelhantes para os dois tipos de atividade.

A proposta encaminhada pelo governo em dezembro do ano passado determinava a idade de 65 anos e 25 anos de tempo de contribuição para a aposentadoria, inserindo a categoria na regra geral do funcionalismo.

Durante as discussões, Maia apresentou uma proposta alternativa na qual a idade mínima cai em cinco anos, passando para 60 anos e 20 anos em atividades de risco na respectiva categoria para a aposentadoria.

Mesmo assim, as mudanças não agradaram aos policiais que, na tarde desta terça-feira, fizeram um protesto em frente ao Congresso Nacional. Os manifestantes chegaram a passar pela chapelaria, entrada principal da Câmara que dá acesso aos salões Negro e Verde. Eles quebraram parte dos vidros da portaria principal da Câmara, mas foram contidos pela Polícia Legislativa, que formou uma barreira de segurança e reagiu com bombas de gás lacrimogêneo.

 

Por Agência Brasil

 

19/04
às 03:08

Mesmo com a intenção do governo de acelerar a tramitação da reforma trabalhista na Câmara dos Deputados, o projeto terá que ser discutido e votado na comissão especial seguindo o rito usual, já que o plenário não aprovou o requerimento de urgência para apreciação da proposta. Eram necessários 257 votos para a aprovação, mas a base aliada só conseguiu mobilizar 230 deputados favoráveis à urgência da matéria. O pedido teve 163 votos contrários. Com isso, o projeto terá que ser discutido e votado na comissão especial da reforma trabalhista antes de ser levado para apreciação no plenário.

A intenção do governo era pular etapas e colocar o projeto para ser votado - tanto na comissão quanto no plenário - já na próxima semana. Com a rejeição da urgência, alguns prazos terão que ser obedecidos na comissão, entre eles duas sessões para vista do parecer e prazo de cinco sessões para apresentação de emendas, além da discussão e votação no colegiado.

O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) atribuiu o resultado a um movimento de articulação da oposição no plenário. “Começamos a organizar isso aqui nesta manhã, agitamos o plenário, mostramos que não aceitamos a retirada do direito de trabalhadores com uma tentativa de desviar o foco da corrupção. A base do governo ficou nervosa, se desesperou com a iniciativa nossa”, disse.

Antes da votação, deputados da oposição chegaram a ocupar a Mesa Diretora dos trabalhos da Casa. Com cartazes na mão, eles criticaram a “pressa” do governo em votar a reforma trabalhista que, segundo a oposição, retira direitos dos trabalhadores. A deputada Luiza Erundina (PSOL-SP) chegou a sentar na cadeira de presidente da Casa.  

Inicialmente, a inclusão do requerimento deveria ter sido debatida na reunião de líderes, que estava prevista para o início desta tarde, mas foi cancelada pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Deputados da oposição questionaram a inclusão do requerimento na ordem do dia.

Após o resultado da votação, o presidente Rodrigo Maia atribuiu o resultado a um erro seu. “O erro foi meu. Fiz a votação com um quórum baixo, e alguns deputados não votaram.”

Maia, no entanto, abriu uma brecha para que novo requerimento de urgência possa ser apresentado por líderes da base governista e votado ainda nesta terça-feira. “Se qualquer líder apresentar um requerimento, ele será colocado sobre a mesa”, disse.

A afirmação causou indignação na oposição, que acusou Maia de quebrar as regras regimentais. Em seguida, Maia encerrou a sessão e convocou outra para votar o projeto que trata da recuperação fiscal dos estados superendividados.

Reforma

O relator da reforma, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), apresentou um substitutivo ao texto em que propõe que os acordos entre patrões e empregados prevaleçam sobre a lei nas negociações trabalhistas em temas como banco de horas, parcelamento de férias e plano de cargos e salários. No texto, Marinho propõe ainda a negociação do aumento na jornada de trabalho, que poderá chegar até 12 horas.

Por Agência Brasil

 


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