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22/05
às 07:18
O dinheiro do JBS, principal conglomerado brasileiro do setor de carnes, ajudou a eleger um em cada três dos integrantes da Câmara e do Senado. O grupo foi o principal financiador privado de candidatos na eleição de 2014. Entre os documentos que os delatores do JBS entregaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) está uma lista de deputados eleitos em 2014 e beneficiados por doações do grupo empresarial. Nela, há 166 nomes - 32% do universo de 513 deputados eleitos.
 
No pacote de documentos também há uma relação dos atuais senadores, com um “OK” marcado ao lado do nome de cada parlamentar que recebeu recursos do JBS. A lista inclui 28 senadores, ou 35% do total de 81 parlamentares da Casa.
 
Proporção
 
Em números absolutos, o PP é o partido campeão de deputados eleitos conectados ao grupo empresarial: 27. Isso equivale a sete em cada dez eleitos. Em 2014, a legenda conquistou 38 vagas na Câmara. Em segundo lugar aparece o PT, com 20 financiados. O partido é seguido de perto pelo PR (19 e pelo PMDB (17). O ranking muda quando se considera a proporção entre financiados e eleitos em cada bancada.
 
No caso da Câmara, há cinco partidos que tiveram mais da metade de seus deputados eleitos financiados pelo JBS: PC do B (90%), PP (71%), PROS (64%), PDT (60% e PR (56%). Além disso, o único deputado eleito pelo PTdoB recebeu recursos da mesma fonte. Dos grandes partidos, o PT aparece em 10.º lugar, com 29% da bancada eleita financiada pelo grupo. O PMDB vem na posição seguinte, com 26%. Já o PSDB aparece no 19.º lugar - apenas 7% de seus deputados receberam contribuições do JBS em 2014.
 
Por Correio

 

19/05
às 11:14

Um homem não identificado foi morto a tiros na noite desta quinta (18) no povoado de Tanquinho, distrito de Humildes. O crime aconteceu em uma localidade conhecida como Estrada do Videiro.

A vítima ainda está sem identificação, já que não trajava nenhum documento. Trajava calça preta e blusão vermelho. O homem foi atingido por tiros na cabeça, na perna e em um dos braços.
 
As investigações já foram iniciadas com o levantamento cadavérico, que foi presidido pelo delegado Luiz Osório, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa. Ainda não se sabe o motivo e a autoria do crime.
Por De Olho na Cidade

 

19/05
às 03:49

Com seu tradicional pagode irreverente, a banda É o Tchan desfilou no circuito Maneca Ferreira na noite desta quinta-feira (18) arrastando uma legião de pagodeiros que não ficaram parados um só instante. 

Cantando sucessos antigos dos mais de 20 anos de banda, os cantores Beto Jamaica e Compadre Washington não economizaram no molejo e fizeram a pipoca "quebrar tudo" na avenida Presidente Dutra. 

 
Por De Olho na Cidade

 

19/05
às 03:48

A Micareta de Feira de Santana foi aberta oficialmente na noite desta quinta-feira (18) no point universitário, espaço que fica no início do circuito Maneca Ferreira.  

A solenidade contou com a participação de autoridades políticas da cidade, de profissionais de imprensa e das majestades eleitas para a festa.

Como manda a tradição, o prefeito entregou, simbolicamente, as chaves da cidade ao rei momo, o pecuarista é Newton Neto, de 23 anos. O título de rainha está com a cabelereira Jaíze dos Santos. As princesas eleitas foram Alana Almeida e Suzana Ferreira.

“Espero que a gente faça a festa com Paz e tranqüilidade”, disse o prefeito José Ronaldo.

O prefeito ressaltou o trabalho articulado de diversas secretarias para a organização da festa. “O trabalho é gigantesco. O pessoal da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer leva 70 a 80 dias trabalhando só para essa festa”.

Por De Olho na Cidade

 

19/05
às 03:46

O relator da reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), afirmou nesta quinta-feira (18) que, após as denúncias divulgadas contra o presidente Michel Temer, “não há espaço” para se avançar na tramitação da matéria no plenário da Câmara dos Deputados.

“De ontem para cá, a partir das denúncias que surgiram contra o presidente da República, passamos a viver um cenário crítico, de incertezas e forte ameaça da perda das conquistas alcançadas com tanto esforço”, disse, em nota divulgada à imprensa.

Segundo o parlamentar, só após o esmiuçar dos fatos, será possível avaliar a retomada da reforma. “É hora de arrumar a casa, esclarecer fatos obscuros, responder com verdade a todas as dúvidas do povo brasileiro, punindo quem quer que seja, mostrando que vivemos em um país em que a lei vale para todos. Só assim é que haveremos de retomar a Reforma da Previdência Social e tantas outras medidas que o Brasil tanto necessita”, finaliza Maia.

O texto já havia sido aprovado na comissão especial e aguardava apenas votação no plenário da Câmara dos Deputados. Nesta quinta, o ministro da Cultura, Roberto Freire, correligionário do deputado, decidiu entregar o cargo, enquanto o titular da Defesa, Raul Jungmann, também do PPS, resolveu continuar no governo. Entretanto, há sinais de que a sigla possa desembarcar completamente da administração de Temer.

 

Por Bahia Noticias

 

19/05
às 03:44

Mesmo após o presidente Michel Temer (PMDB) ter anunciado no final da tarde desta quinta-feira (18) que não vai renunciar, existe a possibilidade de ele deixar o cargo. O presidente foi implicado na delação feita pelo empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo JBS - controlador da Friboi. Durante a quinta-feira, após ter sido tornada pública o conteúdo da delação por meio da reportagem de 'O Globo', o presidente tentou manter a agenda presidencial, mas cancelou os eventos e passou o dia inteiro em reunião com a sua equipe. 

Caso Temer seja cassado, o Congresso deve convocar eleições indiretas para a escolha do novo presidente e vice presidente. Veja os cenários de vacância na presidência.

Renúncia

Se o presidente da República Michel Temer ainda decidir renunciar, quem assume a presidência interinamente é o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ele deve convocar eleições diretas em até 30 dias. Caso Maia não assuma, na linha sucessória, assume o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia.

Com as eleições indiretas, quem escolhe o presidente são os 513 deputados e os 81 senadores, por voto secreto. A votação pode acontecer em até três turnos. Na primeira situação, ganha quem obtém maioria absoluta dos votos, que corresponde a 298 votos. Caso não consiga, segue para um novo turno em que também é necessário a maioria absoluta dos votos para vencer. Se ainda assim, não tiver maioria simples a votação entra em um terceiro turno e vence quem tiver maioria simples.

Estariam aptos para ocupar o cargo, brasileiros natos com mais de 35 anos, com filiação partidária e direitos políticos vigentes, e sem condenação por algum órgão do colegiado, seguindo exigências da Lei da Ficha Limpa.

Denúncia por crime - Impeachment 

Caso o presidente seja denunciado por um crime comum, com base na delação da JBS, em que ele é acusado de comprar o silêncio do ex-deputado, a denúncia terá de ser feita pela Procuradoria-Geral da República. Os crimes seriam de envolvimento com organização criminosa e obstrução da Justiça. Ele seria investigado, neste caso, apenas se tivesse o aval de dois terços dos deputados federais. Se assim fosse, ele ficaria afastado por 180 dias, que é o prazo que o Supremo Tribunal Federal tem para dar início ao julgamento. Se ele for condenado, Michel Temer perde o cargo.

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou no início da tarde desta quinta-feira (18) a abertura de inquérito para investigar Temer. O pedido de investigação foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A legislação brasileira estabelece que um presidente da República só pode ser investigado em casos de irregularidades cometidas durante o exercício do mandato e com autorização do STF. 

Cassação no TSE

O processo da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será retomado em 6 de junho. Havia a expectativa, por parte do governo, em reverter o processo com penalidade apenas para a ex-presidente Dilma Rousseff e o mandato de Temer estaria mantido. No entanto, após a divulgação do conteúdo da delação da JBS, o TSE deve levar em conta o conteúdo da denúncia e pode haver cassação da chapa. Se houver cassação, não há na Constituição definição se a eleição do novo presidente será direta ou indireta. O Supremo pode ser convocado para se manifestar sobre o tema.

Eleição direta

A realização de eleições diretas só ocorreria em um eventual afastamento de Temer e uma emenda à Constituição. Para isso, é necessário a aprovação de uma emenda Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que já está em tramitação no Congresso. Neste cenário, se aprovado, o novo presidente poderia ser eleito por voto direto, ou seja, com a participação de todos os eleitores, em uma antecipação das eleições presidenciais, que só ocorreria em 2018.

Pela Constituição, em caso de vacância na presidência a partir do terceiro ano de mandato, o presidente tem que ser escolhido por eleições indiretas.  

Por Correio

 

19/05
às 03:38

O senador Aécio Neves (MG) apresentou hoje (18) pedido de afastamento da presidência do PSDB. Em comunicado oficial, ele informou que pretende se dedicar exclusivamente à sua defesa nos próximos dias e que essa será sua única prioridade.

“Me dedicarei diuturnamente a provar a minha inocência e de meus familiares para resgatar a honra e a dignidade que construí ao longo de meus mais de 30 anos de vida dedicada à política e aos mineiros, em especial”, diz o comunicado.

O estatuto do PSDB prevê que, em caso de licenciamento do presidente, este pode escolher um entre os sete vices-presidentes do partido. Depois de ouvir os colegas de bancada que passaram boa parte da tarde de hoje em sua casa, em Brasília, Aécio optou pelo senador Tasso Jereissati (CE) para  ocupar o cargo.

“Estou seguro de que, sob seu comando, com o apoio de nossas bancadas no Senado e na Câmara, dos nossos diretórios estaduais, de nossos líderes municipais e de todos nós, ele fará o partido seguir de forma firme e corajosa sua vitoriosa trajetória”, disse.

O líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC), disse que o partido aguardará a apresentação da defesa do senador mineiro, confiando na Justiça brasileira. “Cada pessoa que é citada em um processo judicial tem que ter direito à defesa. Isso faz parte do Estado Democrático de Direito. Estamos em um país onde as liberdades têm que ser preservadas e valorizadas. E qualquer pessoa tem que ter o direito à defesa antes de ser efetivamente julgada por um ato”, afirmou.

O líder tucano também reforçou o que foi dito mais cedo pelo ministro de Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, no sentido de que o PSDB não tem intenção de retirar o apoio ao governo de Michel Temer neste momento.

“Nossos ministros continuam trabalhando, estão trabalhando, e nós não vamos tomar nenhuma providência com relação à permanência deles no governo, ou não, antes de termos uma conversa com o próprio presidente Michel Temer, coisa que vai acontecer ainda no dia de hoje comandada pelo senador Tasso Jereissati”, disse.

Em nota, Tasso disse que "mantendo sua responsabilidade com o país, que enfrenta uma crise econômica sem precedentes", o partido pediu aos seus quatro ministros que permaneçam em seus respectivos cargos, "enquanto o partido, assim como o Brasil, aguarda a divulgação do conteúdo das gravações dos executivos da JBS".

Por Agência Brasil

 

19/05
às 03:37

O presidente Michel Temer ouviu na noite de hoje (18), na companhia de assessores, o áudio gravado pelo empresário Joesley Batista que o implicaria na compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do doleiro Lúcio Funaro, investigados na Operação Lava Jato. O áudio da conversa entre Temer e Joesley foi divulgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) depois que o ministro Edson Fachin retirou parcialmente o sigilo da delação premiada do empresário. Após ouvir o áudio, o entendimento de Temer e sua equipe é de que o conteúdo da conversa não incrimina o presidente, confirmando a nota divulgada pelo Palácio do Planalto na noite de ontem (17) e o pronunciamento da tarde de hoje (18).

O áudio tem cerca de 40 minutos. Na conversa, Temer e Batista conversam sobre o cenário político, os avanços na economia e também citam a situação de Cunha (PMDB-RJ), que está preso em Curitiba. O entendimento do governo é que a frase dita por Temer “tem que manter isso, viu?” diz respeito à manutenção do bom relacionamento entre Cunha e Batista, e não a um suposto pagamento de mesada pelo silêncio do ex-deputado. Além disso, Temer minimiza a sua fala no trecho no qual Batista diz que está “segurando dois juízes” que cuidam de casos em que o empresário é processado.

“O presidente Michel Temer não acreditou na veracidade das declarações. O empresário estava sendo objeto de inquérito e por isso parecia contar vantagem. O presidente não poderia crer que um juiz e um membro do Ministério Público estivessem sendo cooptados”, disse a assessoria do Palácio do Planalto, em nota. A expectativa do governo é que o STF investigue e arquive o inquérito.

Base aliada

Após seu pronunciamento, o presidente recebeu apoio de partidos, como PP e PRB, além de mensagens por telefone e ligações de aliados políticos. A avaliação é que a fala do presidente repercutiu bem entre os parlamentares da base. Contudo, não foi possível evitar baixas, como a saída do PPS do governo e a de Roberto Freire do Ministério da Cultura.

Um dos principais objetivos do governo agora é manter a sua base no Congresso Nacional, tranquilizar o mercado e esperar pela conclusão das investigações no STF com, na expectativa do Planalto, o arquivamento do processo.

Por Agência Brasil

 

19/05
às 03:34

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin divulgou o áudio do encontro entre o empresário Joesley Batista, um dos donos do frigorífico JBS, e o presidente Michel Temer. A divulgação foi feita após a decisão do ministro, que retirou o sigilo dos depoimentos de delação do empresário.

O áudio tem cerca de 40 minutos. Na conversa, Temer e Batista conversam sobre o cenário político, os avanços na economia e também citam a situação do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi preso na Operação Lava Jato, por volta dos 11 minutos. Ouça o áudio:

Ainda ontem, a Presidência da República divulgou nota na qual informa que o presidente Michel Temer "jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha". Em pronunciamento à nação nesta tarde, Temer afimou que não renunciará ao cargo e exigiu uma investigação rápida na denúncia em que é citado, para que seja esclarecida. "Não renunciarei. Repito: 'não renunciarei'", disse.

Trecho da conversa entre o presidente Temer e Joesley Batista:

Joesley: Te ouvir um pouco, presidente, como o senhor está nessa situação toda aí? Eduardo... Não sei o que... Lava Jato...

Temer: O Eduardo [inaudível] me fustigar, né? Você viu que...

Joesley: Eu não sei, como está essa relação?

Temer: (...) a defesa... O Moro indeferiu 21 perguntas dele que não tem nada a ver com a defesa dele. Era para [inaudível]. No Supremo Tribunal Federal...

Aí, rapaz [inaudível], mas os 11 ministros [inaudível]

Joesley: Eu, dentro do possível, o máximo que deu ali, zerei tudo. O que tinha de alguma pendência daqui para ali. Zerou. Ele foi firme, foi em cima, já estava lá, veio, cobrou, tal. Pronto. Acelerei o passo e tirei da frente. O outro menino, o companheiro dele que está aqui [inaudível]. Geddel sempre estava [inaudível]. Geddel é que sempre andava ali. Mas o Geddel com esse negócio eu perdio o contato porque ele virou investigado, agora eu não posso encontrar ele.

Temer: É complicado. [inaudível] obstrução de Justiça.

Joesley: Negócio dos vazamentos. O telefone lá do Eduardo com o Geddel volta e meia citavam alguma coisa meio tangenciando a nós, a não sei o que. Eu tô lá me defendendo.

Joesley: [inaudível]. Como é que eu... Que que eu mais ou menos dei conta de fazer até agora. Eu tô de bem com o Eduardo...

Temer: Tem que manter isso, viu?

Joesley: [inaudível] Todo mês também. Estou segurando as pontas por aí. [inaudível] os processos. Estou meio enrolado aqui, no processo assim...

Temer: [inaudível]

Joesley: Isso, isso. Investigado. Eu não tenho ainda a denúncia.

Em outro trecho, Joesley diz ao presidente Temer que está "segurando dois juízes" que cuidam de casos em que o empresário é processado. Veja abaixo a transcrição:

Joesley: Aqui eu dei conta de um lado do juiz, dar uma segurada. Do outro lado um juiz substituto, que é um cara...

Temer: Está segurando os dois?

Joesley: Estou segurando os dois. Eu consegui (...) dentro da força-tarefa, que está, também está me dando informação. E eu lá, que estou para dar conta de trocar o procurador que está atrás de mim. Se eu der conta, tem o lado bom e o lado ruim. O lado bom é que dá uma esfriada até o outro chegar e tal. O lado ruim é que se vem um cara com raiva, não sei o quê [inaudível]. O que está me ajudando está bom, beleza. Agora tem um que está me investigando. Eu consegui colar um no grupo. Agora estou tentando trocar...

Temer: O que está...

Joesley: Isso. Então está meio assim. Eles estão de férias. Essa semana eu fiquei preocupado porque saiu um burburinho de que ia trocar ele, não sei o que. Fiquei com medo... Muito bem. Eu tô só contando essa história. Eu tô me defendendo...

 

 

Por Agência Brasil

 

18/05
às 08:49

 A Polícia Federal foi ao Tribunal Superior Eleitoral nesta quinta-feira (18) cumprir mandados de busca. A intenção é encontrar documentos que possam servir de prova contra o procurador da República Ângelo Goulart Villela, que trabalha na Corte Eleitoral, e que foi preso pela corporação pela manhã. A defesa dele não foi localizada. 

A Polícia Federal foi ao Tribunal Superior Eleitoral nesta quinta-feira (18) cumprir mandados de busca. A intenção é encontrar documentos que possam servir de prova contra o procurador da República Ângelo Goulart Villela, que trabalha na Corte Eleitoral, e que foi preso pela corporação pela manhã. A defesa dele não foi localizada. 
 
Segundo a assessoria de imprensa do TSE, o procurador foi preso por suposto envolvimento com a operação Greenfield – que apura fraudes em fundos públicos de pensão e favorecimento a uma empresa de celulose controlada pelo conglomerado J&F, que também abarca o frigorífico JBS.
 
As buscas da PF no TSE se resumiram apenas à sala de Ângelo Goulart Villela, no quinto andar do prédio. Foram procuradas informações no computador dele.
 
De acordo com a página do tribunal na internet, Villela é "membro auxiliar" na Procuradoria-Geral Eleitoral. Pelo regimento, o procurador auxiliar é "aquele que, em razão da necessidade de serviço, poderá ser designado pelo procurador-geral Eleitoral, dentre os membros do Ministério Público Federal, para oficiar perante os tribunais regionais eleitorais".
 
Operação
 
Nesta quinta, a PF também cumpriu mandados em endereços do presidente do PSDB, o senador Aécio Neves (MG). Em Brasília, policiais foram a uma casa dele no Lago Sul, área nobre de Brasília. O gabinete do tucano no Senado também foi alvo de buscas.
 
Além de Aécio, também foram alvos da ação policial os gabinetes do senador Zezé Perrela (PSDB-MG) e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).
 
Delação da JBS
 
A operação teria tido início após a delação do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, que entregou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma gravação do senador Aécio Neves pedindo a ele R$ 2 milhões. No áudio, com duração de cerca de 30 minutos, o presidente nacional do PSDB justifica o pedido dizendo que precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato. A informação foi divulgada pelo jornal "O Globo" na quarta-feira (17).
 
Por Globo.com

 


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