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18/05
às 03:51

O presidente Michel Temer disse, através de comunicado divulgado na noite desta quarta-feira, que "jamais" solicitou pagamentos para obter o silêncio de Cunha, e nega também ter participado ou autorizado "qualquer movimento" para evitar delação do correligionário.

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O presidente pediu ainda "ampla e profunda investigação" para apurar as denúncias publicadas, e pediu "responsabilização" de envolvidos em crimes.

Após a publicação das reportagens do GLOBO, o presidente Michel Temer se reuniu com ministros palacianos e Henrique Meirelles, além de assessores. Às 21h, Meirelles deixou o gabinete por um instante para fazer uma ligação.

A segurança interna do palácio proibiu acesso de jornalistas ao quarto andar, mesmo com consentimento de assessores do governo. Por mais de uma hora, carros passam buzinando em frente ao Planalto.

Confira a íntegra da nota:

"O presidente Michel Temer jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar.

O encontro com o empresário Joesley Batista ocorreu no começo de março, no Palácio do Jaburu, mas não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta do presidente da República.

O presidente defende ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias veiculadas pela imprensa, com a responsabilização dos eventuais envolvidos em quaisquer ilícitos que venham a ser comprovados".

ENTENDA O CASO

O presidente Michel Temer foi gravado pelo dono da JBS Joesley Batista, dando aval para o pagamento de propina ao deputado cassado Eduardo Cunha em troca do silêncio dele. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley.

Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: "Tem que manter isso, viu?".

Além de Temer, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) também foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

Em negociação para fechar acordo de delação premiada, Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.

Partidos de oposição já se articulam para dar entrada com pedidos de impeachment do presidente Michel Temer após as denúncias. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou que o Partido dos Trabalhadores se reunirá na noite desta quarta-feira para discutir os termos de um pedido de impeachment. Já o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), líder da Rede Sustentabilidade pretende protocolar o pedido de impeachment ainda na noite desta quarta-feira.

Por Ibahia

 

18/05
às 03:48

Para adequar sua política de subsídios às mudanças no padrão de consumo dos seus usuários nos últimos anos, a Embasa solicitou à Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia (Agersa) a revisão de sua estrutura tarifária. A nova estrutura, aprovada pela Agersa, entrará em vigor a partir de agosto.

A principal mudança é a criação de uma nova faixa de consumo, entre 7 e 10 metros cúbicos (m³) de água por mês. Com isso, a tarifa mínima cobrada pela Embasa passará a ser aplicada para quem consome até 6m³ mensais. Na nova faixa (7m³ a 10m³), cada metro cúbico excedente do volume mínimo terá o valor de R$ 1,09 na categoria residencial normal, R$ 0,98 na categoria residencial intermediária e R$ 0,76 na categoria residencial social.

Segundo o gerente da unidade de controle interno da Embasa, Victor Mota, em todo o país, desde 1970, a cobrança pelos serviços de água e esgoto seguia uma estrutura de subsídio cruzado e progressividade. “O que isso quer dizer? Que, nas faixas de consumo iniciais, o custo real do metro cúbico não é cobrado integralmente do consumidor, pois os usuários que utilizam o serviço de forma mais econômica recebem subsídios como forma de garantir seu acesso ao serviço a preços módicos e ainda são estimulados a adotar hábitos de consumo mais racionais. Para custear as despesas de operação do serviço e de depreciação da infraestrutura instalada, os usuários que consomem nas faixas de volume superiores pagam um valor maior pelo metro cúbico e sustentam o subsídio cruzado. A progressividade do valor do metro cúbico também busca inibir o desperdício”, explica Mota.

A revisão da estrutura tarifária é uma tendência que vem sendo adotada por várias concessionárias no país ao longo dos últimos anos. Nos estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás, as companhias avançaram ainda mais nesse processo, adotando estruturas de cobrança sem tarifa mínima associada ao consumo. Nessas empresas, é cobrada uma tarifa fixa inicial pela disponibilidade do serviço, além do valor referente a cada metro cúbico consumido.

Mudança de hábitos e expansão do acesso ao serviço

A média de consumo de água das famílias baianas vem diminuindo, tanto em razão de uma mudança de hábitos como pela diminuição do número de integrantes. “Hoje, as famílias são menos numerosas e as pessoas passam mais tempo fora de casa, o que reduz o consumo. Além disso, as ações concluídas pela Embasa para ampliar o acesso ao serviço de abastecimento de água no estado resultaram na inclusão de localidades com tradição de consumo econômico de água, especialmente no semiárido, devido à menor disponibilidade hídrica”, observa Mota.

Dessa forma, ao mesmo tempo em que houve uma redução do número de usuários com consumo na faixa excedente, a expansão dos serviços no interior do estado levou ao aumento do número de consumidores que pagam a tarifa mínima subsidiada, tornando cada vez mais difícil a manutenção da estrutura tarifária que vinha sendo adotada, sem causar prejuízos à saúde financeira da empresa. “A correção desse desequilíbrio, através da redistribuição do subsídio na estrutura tarifária, é fundamental para garantir a sustentabilidade da empresa nos próximos anos, possibilitando a continuidade e a ampliação da prestação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário para milhões de baianos”, pontua o presidente da Embasa, Rogério Cedraz.

Por De Olho na Cidade

 

18/05
às 03:47

Já dizia o saudoso advogado Magalhães Pinto: "Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou...". Eis que essa frase se encaixa perfeitamente para descrever o fim de uma parceria política que durou exatos 11 anos.

O suplente de vereador Roque Pereira (DEM) anunciou oficialmente o rompimento político com o deputado estadual Carlos Geilson (PSDB) e adesão ao grupo do também deputado Targino Machado (PPS).

Roque justificou a decisão dizendo que o radialista não lhe deu a atenção devida, que lhe custou a não reeleição.

"Toda parceria política tem um começo, meio e fim. Desde 2006, quando não conseguiu se eleger deputado, eu o acompanhava. Mas infelizmente, na última eleição, houve uma 'fragilidade' por parte dele [Geilson] em não nos dá o apoio esperado à ponto de sentir-me fora do grupo. E, antes que essa insatisfação afetasse a nossa amizade, recuei e decidir procurar Targino", justifica.

O ex-vereador disse ainda que "não sai magoado" e deixa as "portas abertas" para uma possível retomada de parceria futuramente.

"A política é muito dinâmica. O que é hoje pode não ser amanhã. No futuro, quem sabe... Mas em 2018, eu marcharei com Targino Machado!", ratificou.

Por De Olho na Cidade

 

18/05
às 03:38

A primeira coisa que a operadora de telemarketing Rosilene Santana, 29 anos, sentiu foi medo. Não era para menos. Não é qualquer dia que alguém recebe a notícia de que vai ser mãe de trigêmeos. Mas a novidade ainda estava incompleta. Duas semanas depois, um exame médico trouxe uma nova informação: na verdade, não se tratavam de três bebês, mas de quatro.

Essa gravidez – totalmente natural – de quadrigêmeos foi acontecer em Feira de Santana, no Centro-Norte do estado. As chances de ter quatro bebês de uma só vez de forma natural são bem pequenas: uma em 600 mil. Rosilene, que já é mãe de Kauan, 8 anos, está hoje com 22 semanas de gestação. Enquanto espera a chega de duas meninas e dois meninos, ela se acostumou a escutar a piada de que ‘com essa sorte, pode jogar na loteria’.

O parto – uma cesariana, devido aos riscos da gravidez – não deve passar de julho. “Nunca imaginava que poderia ser mãe de gêmeos, quem dirá de quadrigêmeos”, brinca. De fato, ela sonhava com outro filho. Outro bebê que fizesse companhia a Kauan, o mais velho. No final de 2015, chegou a engravidar, mas, em janeiro de 2016, sofreu um aborto espontâneo.  

Um ano depois, em janeiro de 2017, soube dos quadrigêmeos. “Meu filho fala que pediu tanto a Deus por um irmão que ele mandou quatro”, diz Rosilene, que já escolheu os nomes dos pequenos. Agora, os companheiros de Kauan serão Kauane (nome escolhido por ele), Kaylane, Kauê e Kaio. Os nomes todos com ‘K’ não são por superstição. Ela garante que foi quase uma consequência – só tomou a decisão quando o filho mais velho pediu que uma das irmãs fosse sua ‘quase xará’. 

O marido também não escondeu a surpresa. Chegou até a achar que se tratasse de uma brincadeira. “Ele só acreditou quando chegou em casa e viu o exame. Ele ficou tão feliz e tão assustado ao mesmo tempo que só ficava rindo”, diz ela, que tem se acostumado com as emoções mistas nos últimos tempos. 

Hoje, ela diz que já está mais tranquila. Tem tentado controlar a ansiedade ‘para não prejudicar os bebês’. “Mas não vejo a hora de estar com meus pequenos no colo”, conta, na entrevista por telefone. Um segundo depois, ela se corrige: não vai conseguir carregar os quatro no colo. “Mas a gente ajeita”, completa. 

Campanha para doações 

Porém, muitos bebês vêm com muitas responsabilidades. Como a gravidez é de risco, Rosilene teve que ser afastada do trabalho por recomendações médicas e hoje recebe a pensão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O marido, que trabalha com carga e descarga, ganha um salário mínimo. 

Quando souberam da história de Rosilene, um grupo funcionários e gestores da Tel Centro de Contatos, onde ela trabalha desde o início de 2015, decidiu organizar uma campanha para arrecadar doações para ajudar a nova mamãe e os quatro bebês que estão a caminho. 

“A iniciativa foi de um de nossos gestores de Feira de Santana, que nos trouxe a informação e sugeriu. Como são 15 mil funcionários, nem todas as informações chegam. De imediato, compramos a ideia porque, independente de ser nossa funcionária, ela é uma pessoa que está precisando muito de ajuda. Para se ter filho tem um custo alto. Quatro então...”, conta o gestor nacional em recursos humanos da Tel, Rodrigo Neri. 

Há duas semanas, a equipe de comunicação da empresa deu início ao trabalho: foram cartazes nos murais internos das unidades de Salvador e Feira de Santana, anúncio através de email marketing e confecção de cards para serem compartilhados nas redes sociais. No anúncio, a campanha pede doação de fraldas e produtos de higiene infantil, como lenços umedecidos, algodão e pomada para assaduras. 

A ideia é arrecadar donativos até o início de junho, quando uma equipe da Tel deve levar tudo a Feira de Santana. “É muito legal esse engajamento, porque a gente vive um momento muito focado em materialismo. O principal é despertar o sentimento de compartilhar, de dividir. Ainda que a gente tenha pouco, tem alguém que tem ainda menos ou que, naquele momento, encontra-se numa situação que precisa de ajuda”. 

Em Salvador, há dois postos de coleta para quem quiser fazer as doações nas próprias unidades da Tel (veja abaixo). Em Feira de Santana, há outros dois postos. “Eu achei maravilhoso isso da empresa porque tem bastante gente ajudando, mas o que a gente já tem para a quantidade de crianças ainda não é suficiente”, diz a nova ‘quadrimãe’. 

Mais ajuda

Além da ‘corrente do bem’ dentro da empresa onde trabalha, Rosilene e os bebês ‘K’ têm recebido ajuda de outros lugares. Alguns surgem, inclusive, de onde ela menos imagina. No início da gravidez, ela tinha ido a uma emergência hospitalar, porque sofre de enxaquecas. Na consulta com o médico, explicou que estava grávida de quadrúplos. 

O médico respondeu com espanto: ele também era pai de quadrigêmeos. No entanto, ele e a esposa tinham feito um tratamento para engravidar – assim, é um pouco diferente do caso de Rosilene. “Os filhos deles já fizeram quatro anos e eles estão dando apoio psicológico para a gente. Através deles, vieram outras pessoas. São dois anjos que entraram na vida da gente sem a gente esperar”, conta ela.

O casal, além de ajudar com doações – como a de um berço ‘quatro em um’ e de um carrinho duplo, todos que tinham sido de seus bebês no passado – também tem ajudado na construção do quarto dos bebês. Rosilene, o marido e o filho mais velho moram em uma casa na Gabriela, bairro periférico de Feira de Santana. No entanto, o imóvel não tinha mais espaço para receber os futuros habitantes. 

Enquanto eles não chegam, ela se concentra nos preparativos. “Já temos muitas fraldas, mas eles dois disseram que pode até ter muita para uma criança só, mas não para quatro. Ela (a esposa) já me falou que vou gastar 32 fraldas por dia”. 

Uma preocupação, por enquanto, é o tempo que os bebês vão ficar na UTI neonatal após o parto. Segundo o obstetra que acompanha Rosilene, a estimativa é de que eles passem até dois meses na UTI. No entanto, o plano de saúde do pai das crianças só cobre a estadia por um mês. “Mesmo assim, estou muito feliz. Todo mundo tem me ajudado. Kauan diz que não vê a hora de ver os irmãos. Nem eu”, revela, ansiosa. 

Quem quiser ajudar os quadrigêmeos de Feira de Santana pode fazer doações nos seguintes postos de coleta: 

Salvador

Tel - Matriz (Procurar Denise Cristina| Área de Comunicação da Tel)

Endereço: Av. Tancredo Neves 1.543, Edf. Garcia D’Ávila, 7º andar – Caminho das Árvores (é o último prédio antes de virar para a Receita Federal). 

Tel ACM (entregar na recepção). 

Endereço: AV. ACM; N° 4.197; Brotas (na rua do G Barbosa, ao lado da Igreja Universal do Reino de Deus)

Feira de Santana:

Tel Marajó (entregar na recepção): Rua Marechal Floriano Peixoto, N° 214, Centro

Tel Vila Olímpia (entregar na recepção): Rua Rio de Janeiro, N° 319A; Pedra do Descanso

Há também uma conta bancária para quem quiser fazer doações em dinheiro: 

Banco Bradesco 

Roseline Lima da Silva Santana

Agência 0236

Conta Poupança 1012282-1

Por Ibahia

 

18/05
às 03:32

Começou a contagem regressiva a partir de agora até o segundo jogo da final. Bahia e Sport deixaram um gostinho de quero mais aos seus torcedores após um empate em 1x1 de tirar o fôlego na Ilha do Retiro, no Recife, na noite desta quarta-feira (17). O tricolor saiu na frente com Juninho, mas sofreu o empate com um gol de outro Juninho, do time da casa. Resta esperar a próxima quarta-feira (24), quando tudo será definido na Fonte Nova.

Em meio a uma Ilha do Retiro pulsante, foi o Bahia que tomou a iniciativa da partida. Com uma marcação bem encaixada, o time de Guto Ferreira dificultava as ações do Sport, que não conseguiu criar nos primeiros minutos.  

A primeira boa chance foi tricolor. Renê Júnior encontrou Zé Rafael na direita, que passou para Eduardo cruzar rasteiro, mas Magrão se antecipou a Edigar Junio e conseguiu fazer a defesa. 

A resposta dos donos da casa foi na bola parada. Aos 12 minutos, Fabrício cobrou falta pelo lado direito, Matheus Ferraz subiu mais que a zaga tricolor e cabeceou na trave. A partir daí o Sport cresceu. Lucas Fonseca saiu jogando errado e entregou nos pés de Diego Souza. O meia levantou com categoria pra Rogério emendar de voleio e obrigar Jean a fazer grande defesa. 

Eram 26 minutos quando a dupla Diego Souza e Rogério voltou a aparecer. O camisa 87, com uma casquinha, deixou o atacante rubro-negro no mano a mano com Eduardo. Ele puxou para o pé direito e colocou no canto esquerdo de Jean. A bola passou perto, mas saiu pela linha de fundo

Pressionado, o Bahia não conseguiu mais trocar passes, tendo em Juninho um dos que mais erravam nesse quesito. O tricolor só voltou a assustar aos 36 minutos, quando Allione tabelou com Edigar Junio, invadiu a área e caiu na disputa com Magrão. O árbitro mandou o lance seguir. 

Teve mais polêmica no final do primeiro tempo. Juninho cobrou escanteio, a zaga do Sport afastou mal, Zé Rafael pegou de primeira e mandou para o fundo das redes. No entanto, a arbitragem entendeu que Renê Júnior - que estava em posição irregular - participou do lance e anulou o gol. Detalhe é que Renê nem fez menção de ir pra bola.

As equipes voltaram sem mudanças para o segundo tempo, e o Bahia chegou com perigo em jogada de Eduardo, que chutou forte e Magrão espalmou. Em minoria, a torcida tricolor sobrepôs a maioria rubro-negra aos 11 minutos.

Matheus Reis tabelou com Zé Rafael e cruzou, Edigar brigou pela bola, que sobrou limpa para Juninho soltar um foguete e abrir o placar: 1x0. 

A partir daí só se ouviam o batuque e a festa baiana em meio ao silêncio pernambucano. A zoada só não ficou maior graças a Magrão. O goleiro do Sport impediu de forma milagrosa que Edigar Junio, de cabeça, ampliasse. Antes, ele já tinha defendido um chute colocado de Juninho.

A torcida da casa só se manifestava para chamar o técnico Ney Franco de burro. Surpresa na escalação inicial, Matheus Sales acabou substituído por Feijão aos 31 minutos por cansaço.

O jogo parecia sob controle do Bahia. A bola parada era o único recurso do Sport e foi justamente através dela que o time conseguiu o empate. Após cobrança de escanteio, Juninho se antecipou, desviou de cabeça e fez 1x1.

 

O gol reacendeu a Ilha, que empurrava o time da casa em busca da virada. Guto Ferreira tentou recolocar o Bahia no jogo com a entrada de Gustavo no lugar de Allione. Mas foi só. Empate nos primeiros 90 minutos e muita emoção guardada para a próxima quarta-feira. 

Por Correio

 

18/05
às 03:28

Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: "Tem que manter isso, viu?".

Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.

Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.

Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas "ações controladas", num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.

Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.

A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão descarada?

Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento incomum. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.

Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS mandatou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.

Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada. 

Por Ibahia

 

17/05
às 12:39

 Neste domingo (21)  o  cartório de Humildes estará realizando um grande multirão de serviços gratuitos na sede da Associação do Escoval, localizado na BR 101, em Humildes.

Neste domingo (21)  o  cartório de Humildes estará realizando um grande multirão de serviços gratuitos na sede da Associação do Escoval, localizado na BR 101, em Humildes.
 
Serão oferecidos os seguintes serviços:
 
* 2ª via de Certidão de nascimento 
* 2ª via certidão de óbito 
* 2ª via de certidão de casamento 
* Pedido de Habilitação para casamento
 
" Marcação para casamento
daqueles que se interessarem "
 
Todas Certidões de inteiro teor ;
 
Certidão de busca em nome do interessado.
 
O atendimento dará inicio as 08:00hs na sede da Associação do Escoval.
 
Por Humildes Notícias com informações de Humildes Folha Online

 

17/05
às 03:47

Em Feira de Santana (BA), ciclistas e motociclistas protestaram pedindo justiça e segurança para os mesmos nas ruas da cidade. Na manhã desta terça-feira (16), Valney Paes Paes de Almeida, de 54 anos, foi fatalmente atropelado na Avenida Noide Cerqueira. 

De acordo com amigos, ele foi colhido por um caminhão que deixou o local sem prestar socorro. A vítima, que morava em Feira de Santana, morreu no local. No momento do acidente, a bicicleta ficou presa ao caminhão e o motorista não parou o veículo. 

Valney participava de competições em diversos estados e de acordo com pessoas próximas, tinha uma competição marcada para fora do país nos próximos dias. Os dados do motorista e do caminhão não foram anotados no momento do atropelamento.

Por Bk2

 

17/05
às 03:41

O Jornal Folha do Estado da Bahia apresenta a 4° CORRIDA DE FEIRA, uma corrida de rua voltada para todos os praticantes da modalidade e tem como objetivo proporcionar a socialização, aliando a prática esportiva com muita animação.

A 4ª edição da prova será realizada no dia 04 de junho de 2017 com largada em frente à  Prefeitura Municipal, na Avenida Getúlio Vargas, às 07:00h. O percurso contemplará as Avenidas Getúlio Vargas e Noide Cerqueira. Com percursos de 21 km, 10 Km e 5 km, o circuito será realizado em duas das principais avenidas da cidade de Feira de Santana-Ba e será montada uma estrutura de apoio com posto médico, guarda-volumes, posto de hidratação e frutas, entrega de medalhas de participação e premiação dos vencedores.

A retirada de kit será realizada no dia 03 de junho de 2017 de 09:00h as 21:00h em local a ser definido.  Será necessário a apresentação do documento de identificação e o comprovante de inscrição.

Obs. Caso a Av. Getúlio Vargas esteja em obras por conta do projeto do BRT e impossibilite o evento, a prova será transferida na totalidade para Av. Noide Cerqueira.

Por Folha do Estado

 

17/05
às 03:39

O corpo do ciclista Valnei Paes de Almeida, de 54 anos, foi sepultado na tarde desta terça-feira (16) no cemitério Jardim Celestial em Feira de Santana.

Valnei morreu ao ser atropelado por volta das 6h30 desta terça na Avenida Nóide Cerqueira, bairro SIM.  Segundo testemunhas, a vítima estava em uma bicicleta e foi atropelada por um caminhão de dados ignorados. O motorista fugiu do local do acidente dirigindo o caminhão.

Valnei morreu no local do acidente. O fato será investigado pela Polícia Civil e pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Antes do sepultamento, amigos de Valnei fizeram um protesto no centro da cidade protestando contra a imprudência no trânsito. Os manifestantes fazem parte de um grupo de ciclismo do qual Valnei fazia parte.   

Por De Olho na Cidade

 


PAES, BISCOITOS, SALGADOS, CONFEITARIAS E MUITO MAIS, ENTREGA PARA EVENTOS E ANIVERSÁRIO. Av. Getúlio Vargas, 927 fone (75)2101-9920 Feira de Santana BA.