Estudante baiana desenvolve novo mecanismo para tratar cisternas
16/11
às 10:01
Aos 15 anos, Anna Luísa Beserra assistiu Morte e Vida Severina, filme baseado no poema homônimo de João Cabral de Melo Neto, que conta a história de um sertanejo que deixa a vida no interior para buscar dias melhores no litoral. Para ela, que nunca tinha tido contato com a realidade do semiárido, aquele foi um divisor de águas.
 
Mesmo adolescente, pensou em criar uma solução – prática, rápida e barata – para amenizar a vida de quem vive sem acesso à água. Chegou a submeter a ideia, ainda inicial, ao Prêmio Jovem Cientista, em 2013, mas não foi selecionada. O pontapé para o projeto sair do papel veio mesmo aos 18 anos, ao entrar no curso de Biotecnologia da Universidade Federal da Bahia (Ufba).
 
“No curso, tive a oportunidade de transformar a ideia num negócio de impacto social, numa startup”, conta Anna Luísa, referindo-se ao programa Inovapoli, incubadora (projeto para desenvolver empresas) da Ufba. 
 
Foi assim que nasceu a Safe Drinking Water for All (SWD), startup soteropolitana que criou uma alternativa para o tratamento de água.
 
A partir de agora, Anna Luísa e um time de 12 pessoas devem dar passos maiores. A SWD foi uma das quatro iniciativas selecionadas para participar da Aceleradora AMA – Inovação para Acesso à Água, programa lançado pela água mineral AMA, da Ambev, que destina 100% do lucro para projetos de acesso à água no semiárido.
 
Sócio-voluntário 
 
Além da startup soteropolitana, outros três negócios foram escolhidos: um brasileiro, um americano e um italiano. Ao todo, foram 72 inscritos entre setembro e novembro.
 

Por Correio

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