Tricolor vence o Santos, e diferença para o G7 é de um ponto
17/11
às 03:28

A distância diminui a cada rodada e assim aconteceu mais uma vez. O detalhe é que o Bahia nunca esteve tão perto da zona da Libertadores como agora. O tricolor venceu o Santos por 3x1, na noite desta quinta-feira (16), na Fonte Nova, e ficou a um ponto apenas do Flamengo, sétimo colocado. O que era só um sonho virou objetivo real após os gols de pênalti de Mendoza e Edigar Junio e o gol contra de Alison - Bruno Henrique anotou para o Santos.

Restam três rodadas para o fim do Brasileirão, e o Bahia é o nono colocado com 49 pontos. Flamengo e Vasco, este em oitavo, somam 50. O próximo adversário do time treinado por Carpegiani é o Sport, domingo (19), na Ilha do Retiro, no Recife.

Irreconhecível no primeiro tempo, o Bahia sofreu com a velocidade de Bruno Henrique e com o camisa 10 santista em uma noite inspirada. O até então ‘sumido’ Lucas Lima, bastante criticado nos últimos jogos pelo desempenho ruim, parecia a fim de mostrar serviço. 

Enquanto o tricolor errava muito no último passe, o time paulista usava a velocidade para contra-atacar. Após boa troca de passes, Bruno Henrique finalizou de fora da área e obrigou Jean a fazer uma defesa difícil. Um minuto depois, aos 16, o atacante santista mostrou oportunismo para abrir o placar. 

David Braz recebeu na direita e cruzou rasteiro para Bruno Henrique só empurrar para o gol. Melhor, o Santos por pouco não ampliou com Ricardo Oliveira em chute cruzado, que passou perto.

Aos 20 minutos, no entanto, a reação imediata. Mendoza deu bom passe para Zé Rafael ser derrubado dentro da área. O árbitro, sem titubear, marcou pênalti.

Desta vez, o cobrador foi Mendoza, que deslocou Vanderlei para fazer seu oitavo gol na Série A e empatar a partida. 

As duas equipes voltaram para o segundo tempo sem modificações, mas a tônica do jogo continuou a mesma com o Santos tomando a iniciativa. No entanto, o tricolor conseguiu a virada aos 10 minutos, num contra-ataque de manual.

Após a zaga afastar o perigo de um escanteio, Juninho Capixaba saiu em velocidade e lançou Zé Rafael na direita. O camisa 18 adiantou a bola e cruzou rasteiro, em direção a Mendoza. Antes que o colombiano finalizasse, Alison se atirou de carrinho e mandou contra a própria meta. O Bahia fazia 2x1.

Para reforçar a marcação, principalmente pelo lado direito da defesa, onde Bruno Henrique vinha tendo muito espaço, Carpegiani colocou Edson no lugar de Juninho. Em seguida, o técnico tricolor chamou Régis, que entrou na vaga de Allione, cansado. 

Na sua primeira jogada, o camisa 20 serviu Zé Rafael, que invadiu a área e chutou rasteiro, de pé esquerdo, para grande defesa de Vanderlei. Na segunda, Régis foi decisivo. Com lindo passe, encontrou Edigar Junio livre na área, mas antes que o camisa 11 batesse para o gol, Jean Mota o derrubou. O pênalti foi marcado e, desta vez, o artilheiro do Bahia na Série A bateu com muita categoria para fazer seu 12º gol no campeonato e sacramentar o placar: 3x1. Foi o décimo gol dele nos nove jogos sob comando de Carpegiani.

Por Correio

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