Estudo revela: palmadas afetam comportamento da criança
11/12
às 11:27
Os adultos de hoje foram criados levando tapinhas, palmadas e aquelas surras quando faziam algo de errado na infância. Ainda há quem acredite que esse é um bom recurso para educar crianças. Mas um estudo realizado pela Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, afirma que crianças que apanharam de seus pais até os 5 anos mostraram mais problemas de comportamento aos 6 e aos 8, se comparadas àquelas que não receberam este tipo de castigo. O resultado foi obtido por meio de estatísticas, o que até então ainda não havia sido feito.
 
— Eu apanhei quando criança e funcionava comigo. Mas, o que eu tenho percebido com a minha prática profissional e como mãe é que a palmada não surte mais efeito e realmente piora a situação. Quando eu dava tapinhas na mão do meu filho, ele queria repetir o ato comigo e com o pai — observa Ellen Moraes Senra, psicóloga especialista em terapia cognitivo comportamental e mãe do pequeno Rafael, de 2 anos e 8 meses.
Os professores das crianças que apanhavam disseram aos pesquisadores que elas eram as que mais discutiam, lutavam, ficavam com raiva, agiam impulsivamente e perturbavam as atividades em andamento na aula.
 
Os adultos de hoje foram criados levando tapinhas, palmadas e aquelas surras quando faziam algo de errado na infância. Ainda há quem acredite que esse é um bom recurso para educar crianças. Mas um estudo realizado pela Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, afirma que crianças que apanharam de seus pais até os 5 anos mostraram mais problemas de comportamento aos 6 e aos 8, se comparadas àquelas que não receberam este tipo de castigo. O resultado foi obtido por meio de estatísticas, o que até então ainda não havia sido feito.
 
— Eu apanhei quando criança e funcionava comigo. Mas, o que eu tenho percebido com a minha prática profissional e como mãe é que a palmada não surte mais efeito e realmente piora a situação. Quando eu dava tapinhas na mão do meu filho, ele queria repetir o ato comigo e com o pai — observa Ellen Moraes Senra, psicóloga especialista em terapia cognitivo comportamental e mãe do pequeno Rafael, de 2 anos e 8 meses.
 
 

Por Ibahia

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